A la Lana Del Rey

Que a Lana é a queridinha da maioria no quesito música e simpatia/carinho com as pessoas, isso é um fato. Além de ter um dom magnífico em transformar músicas em poesia pura, e cantar versões de obras antigas (que ficam 42 vezes melhores do que as originais), Lana Del Rey em pouco tempo de carreira já virou um ícone da moda e se tornou  a queridinha-inspiradora de muitas pessoas. E quem não ama? E quem não gosta desse estilo banhado a muito retrô 50 e 60’s? Tem como essa rapariga ser mais perfeita? Tem sim.

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Como eu disse ali, a Lana se inspira bastante nos anos 50 e 60 e em roupas/penteados das divas daquela época e também foge daquele eterno molde que a gente mais vê nas cantoras atuais. Ela consegue misturar um retrô com um gangsta ou então ela usa o básico dos básicos em algumas vezes. E consegue ficar divina. Sabe, eu sou apaixonada pelo estilo da Lana porque também sou amante do retrô e ela mostra que dá pra ser linda e maravilhosa sem aparecer praticamente pelada, e a Lana é diferente por isso, por ter seu próprio estilo. Tem dias que ela sai de casa com uma roupa do tipo “não tava nem um pouco com vontade de montar um look mas fiquei ótima nessa calça jeans, sapatilha e uma t-shirt”.

Muita renda, transparência,  suéter, sapatilha, calça jeans, hot pants e shorts, top cropped, t-shirt e vestidos sem decote (e quando usa, é pouquísismo). É assim que eu defino o guarda-roupas da Lana. E uma das razões pra amar ela: ela consegue ficar magnífica com sneakers de salto. Ah! E muito, muito brinco de argolas grandes.

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Mas como a Lana é humana e não um robô, ela também comete erros a la pareço-abafar-mas-na-verdade-tô-cafona, e cometeu o erro com a minha cafonice predileta, CROPPED! Não tô falando da peça e sim: peraí, tem um umbigo aparecendo.

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QUERIDA, NÃO! NÃÃÃÃÃÃÃÃÃO! NÃOOOOOOOOOO! NUM FERRA! E esse é um erro que eu vejo muito, mas muito mesmo. Entre a cropped e a peça de baixo, tem que mostrar pouca barriga e tem que tapar o umbigo, tapar completamente. Ou então não valerá de nada a sua blusa e a sua calça, ou saia, ou o que for. O umbigo vai ser o que mais vai chamar a atenção, então socorro, tampa. Não adianta arrumar cabelinho, arrumar tudo e ficar mostrando o umbigo. É cafona, não pode e ainda por cima é mega vulgar. Mas a Lana não é um robô, não é porque é artista que ela deixa de ser humana e não pode errar, mas mesmo assim esse look dela não merece meu perdão. Surra de peixe nessa barriga, Lana. E não coloca a culpa na cachaça. (Ela tava doidaça na noitada da segunda foto)

Dica: Se a parte de cima é justa, usa uma peça mais soltinha embaixo. Se a cropped é bem solta, usa uma parte mais justa embaixo. Usar duas coisas largas ou duas coisas  muuuuito apertadas também fica vulgar e não, não vai deixar seu corpo legal.

Mas a Lana também acerta! E dessa vez acertou mesmo. Cropped + saia com transparência + sapatilha e o umbigo tapado! E eu sou doida por roupas de bolinhas. ♥

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E assim como nas roupas, Lana curte criar moda e tendência com o cabelo. E é penteado que encanta, que apaixona, que inspira… ahh! ♥

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A Lana tem uma cor de cabelo que encanta muito. É um acobreado puxado pro ruivo, temos praticamente a mesma cor de cabelo, hihi. E cacho é uma das marcas registradas dela MAS tem um estilo do cabelo dela que me apaixona mais do que tudo. É o melhor que ela usa, as fotos com esse cabelo são as melhores e se eu tivesse cabelão (tá indo aos poucos), eu com certeza faria. Farei, futuramente.

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Cabelo perfeito, sem mais. E esse estilo lembra alguém, não lembra?

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Priscilla Presley, claro! Sem falar que a Lana, em algumas fotos, é super parecida com ela. Sempre digo que a Lana é uma Priscilla 2.0, hahaha. Os acessórios ao lado do cabelo, o delineado dos olhos, as sobrancelhas, o jeitinho… apaixonante. ❤

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E pra se inspirar! ♥

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11 coisas que marcaram minha infância.

Vou usar esse início do post como um ‘desabafo’. Sabe, minha infância foi muito marcada, muito mesmo. Já fui reprimida e muito humilhada pelas bonitonas do fundamental, que me chamavam de dentuça, gorda, feia… e engolia calada, sempre. Fui contar pros meus pais um pouco tarde, quando isso parou um pouco, mas o bom da infância foi que eu sempre tive muitos amigos. E eu era um gurizinho (mesmo!), vivia nas bicicletas, ralando joelhos, riscando o asfalto com tijolo, brincando de esconde-esconde, abrindo o dedão do pé de tanto jogar futebol com pés descalços, estourando bombinhas na casa dos vizinhos, e acho que essa foi a fase mais maravilhosa em todos os meus 18 anos. Não tinha nenhuma preocupação grave, nenhum relacionamento estragado, nenhuma saudade. A única coisa ali era a diversão e a gente sempre arrumava um jeito de se divertir. Com brincadeiras na rua, em casa, livros, filmes, programas, tudo era uma grande maravilha e eu não sabia que o mundo se tornaria o que tornou hoje. Internet e celular naquela época era tipo, quem tinha era rei e rainha. Atualmente uma criança que tá na 3ª série já tem celular de última geração, e não tem mais aquele clima divertido que existia antes. Isso realmente me deixa chateada, pois as crianças não sabem o que realmente é se divertir. Esse é o ruim da internet existir, pelo menos pra mim. Mas como não posso fazer nada pra que essa fase volte, é digno lembrar e sentir aquela nostalgia, aquele bem enorme.

01. Resident Evil

Muitos jogos de videogame marcaram a minha infância (Super Mario Paint, Rock n’ Roll Racing e outros), mas RE foi o que mais marcou. Lembro que eu pegava o PS1 do meu irmão, colocava o jogo, sentava na janela do quarto dos meus pais e jogava o dia inteiro. Não havia mãe e pai que me parassem. E sabe, eu ainda jogo. Quer dizer, jogava, porque depois de tanto tempo com o PS1, ele estragou de vez e eu sofro procurando conserto, porque o meu é dos antigos mesmo, não é dos novos. É aquele pesado, com cor de velho mesmo. E aqueles sons ao contrário que tocam no RE1? E o Nêmesis, do RE3? E o medo de jogar sozinha no escuro? Dá pra voltar pro tempo onde eu e meus irmãos jogávamos o dia inteiro, hein? Onde ninguém se preocupava com nada?

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02. Novelas mexicanas

QUEM NUNCA? Quem não tem uma novela mexicana (aquelas que passavam no SBT) predileta, não teve infância, hahahaha. “Amy, A Menina da Mochila Azul”, “Alegrifes & Rebujos”, “Rebelde”, “A Usurpadora”… e por aí vai.

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03.: Pião

Lembro quando era febre na minha escola, e na hora do recreio rolava competição, pião na cara dos outros, pião que não girava e era uma confusão total. O meu avô era o mestre, todos os meus amigos pagavam aquele pau pra ele. Formava uma multidão na frente da minha casa, todo mundo querendo ver o meu vô girando um pião nas costas, fazendo aquilo pular e cair exatamente na mão… perdi ele em 2007, e sinto muita falta dele, porque éramos praticamente melhores amigos. Aqueles que dividiam tudo, mesmo. E acho que foi por isso que o pião marcou muito a minha vida.

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04.: RBD / Rebelde

Me sinto obrigada a falar que eu ainda morro de amores pelas músicas e ainda tenho as revistas oficiais + uma parede cheia de pôster. Pois é, é amor de fã mesmo. Eu não entendo a palhaçada de julgarem uma pessoa por ainda ser fã de RBD, ou outra coisa que marcou infâncias. Acho palhaçada mesmo, as pessoas usam isso como ofensa, desnecessário. Assisti a novela desde a primeira temporada, tenho meus CD’s desde 2004 e todos estão guardadinhos. Ainda canto as músicas com a vontade que cantava naquela época, e chorava muito quando via eles na televisão. Infelizmente não fui nos shows por ser muito pequena (na idade mesmo, porque no tamanho eu continuo) e por ninguém de maior querer  ir comigo. E quando formávamos grupos nas festas de aniversário e no recreio da escola e sempre rolava aquela briga de “eu sou a Roberta, não você”? Era quebra pau direto e só parava com um mais velho gritando. Mas o amor prevalece, e prevalece forte. Meu sonho é que a banda um dia volte e relembre alguns momentos, seria a realização de um dos meus maiores sonhos. E Rebelde Brasil é formiguinha perto de RBD, NUNCA serão o que eles foram. 😉

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05.: Coragem, O Cão Covarde

Primeiro eu gostaria de dizer uma coisa: AI QUE SAUDADE DESSES TEMPOS, AI QUE SAUDADE! A Cartoon era Cartoon quando passava desenhos assim, hoje em dia eu olho esses desenhos atuais e me pergunto o que aconteceu, sério mesmo. Sem graça alguma mas tudo muda, né? E a Cartoon mudou pra (muito) pior. Desenho bom era esse, que te dava AQUELE medo e você nem dormir conseguia. Eu tenho medo até hoje de um episódio, onde aparece uma lua falante. Tenho medo mesmo, tô confessando. A cara dessa lua é horripilante.

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06.: Du, Dudu e Edu

Imaginem uma pessoa rindo demais com esse desenho, agora imaginem eu. Esse desenho era demais, sorte que ainda dá pra ver alguns episódios completos no glorioso YouTube. ♥

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07.: Sherlock Holmes

Uma coisa que não podia faltar. Leio desde os meus 8 anos (ou mais, não lembro), meu irmão era viciado, tinha a coleção inteira. Foi aí que comecei a me apaixonar por romances policiais, ou melhor, me apaixonar pelo Holmes.  Leio até hoje, e posso ler o mesmo livro umas 10 vezes ou mais, porque eu nunca fico enjoada. Fala sério, é muito amor. ♥

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08.: Pelon Cabelon

Eu era apaixonada por Pelon Cabelon, alguém lembra? Era um doce que saía da embalagem em forma de cabelo, era muito bom! Hahaha, lembro que eu chorava pro meu pai comprar Pelon Cabelon pra mim, e a embalagem virava um brinquedo. Não lembro todos os sabores, mas os mais famosos eram o de doce de leite e o de chocolate. Fala sério, muito vida.

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09.: Almanacão da Mônica

Mais de 50 páginas com atividades da Turma da Mônica, passava a tarde inteira pintando ele quando não dava pra brincar na rua. Saudadona eterna. ♥

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10.: Donkey Kong

Eu invadia o quarto do meu tio enquanto ele trabalhava, e ligava o Nintendo dele. Muito amor, ia direto no DK. Virei 400 vezes, e o bom disso tudo é que eu ainda tenho ele no meu emulador aqui no computador. Remédio pra minha falta do que fazer quando venho aqui! ♥

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11.: Linha Direta

Quando a Globo realmente tinha conteúdo bom. ” A Diarista”, o “Zorra Total” de antes (que era mil vezes mais engraçado)… mas o que mais me vidrava era o Linha Direta. Quem nunca ficou sem dormir depois das histórias que eram contadas? Lembro que passei bons dias sem pregar o olho depois que eu vi sobre o prédio Joelma, aquele que incendiou e tal, e até hoje dá pra ouvir as vozes pedindo socorro. Gente, esse programa era demais, era aquele programa onde você não queria assistir por medo mas se não assistisse, morreria de arrependimento.

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12.: Bandas

Cresci ouvindo Rock porque tenho um pai, um tio e um irmão que são apaixonados por bandas clássicas. Guns, Black S., Ozzy Osbourne, SlipKnot, System Of a Down, Evanescence, Stone Sour, Pink Floyd (e muitas outras) são conhecidas por mim desde quando eu era um pigmeuzinho. A principal delas é Red Hot Chili Peppers, que vamos combinar, todo mundo ouvia e ainda ouve. Não existe ninguém que não sinta aquela nostalgia quando ouve “Otherside”, “Under The Bridge” e “Scar Tissue”, por isso eu acho que eles mereceram levar o destaque do post. Essa banda depois de 2010 começou a significar muito pra mim, porque já vivi vários momentos ruins e bons, e coloquei eles dentro de certas músicas. Tem um significado imenso pra mim, e eu consigo chorar muito enquanto ouço algumas.

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Enfim, muitas coisas marcaram esse tempo, muitas mesmo. E vou indicar uma página muito boa e que realmente vai te dar aquela nostalgia! 🙂 https://www.facebook.com/nostalgyc

28 – 27

Eu tava lembrando do primeiro dia que eu ouvi uma música sua e apostei comigo mesma que você seria uma moda de um ano no máximo, e que seria mais uma artista pop no mundo, aquela de sucesso de apenas um videoclipe. Você lançou o seu primeiro vídeo oficial, o segundo, o terceiro… e sem nem perceber, eu já tinha virado uma fã sua. Lembro que eu ficava o dia inteiro esperando LoveGame passar na televisão, trancava o meu quarto, ligava no volume máximo e dançava. Era o mundo lá fora, que não me importava. O que importava era só a sua música e eu, ali. E até hoje eu bato com o dedo do pé na ponta da cama, quando resolvo dançar alguma música sua.

Os anos se passaram, e de 2009, pulamos pra 2013. E foi onde eu me calei totalmente, e me surpreendi com a pessoa que você se tornou. Não foi só uma cantora pop. Revolucionou, fez o bem sem querer nada em troca, e enfrentou dores e horrores pela igualdade e respeito. Lutou por um mundo melhor até para aqueles que desejam o seu mal e fazem questão de ignorar as coisas boas que você fez e ainda faz.

Eu não tenho palavras certas que definam o meu sentimento de fã por você, mas eu só posso dizer que quando eu paro um pouco pra pensar em tudo o que você fez, me passa uma paz enorme no coração, porque eu sei que de um jeito e de outro, nós estamos em sintonia. Já me peguei em vários momentos onde eu queria simplesmente desistir de mim, dos meus sonhos, da minha vida. Eis que por um momento, eu fechava os meus olhos e refletia na vida que você me ajudou a ter, na vida que você teve (e hoje está aí pra mostrar que todo mundo pode), no jeito que eu deveria encarar as coisas ruins que tentam me deixar pra baixo. Você surge toda vez em que isso acontece, e acredite, eu fico em paz comigo novamente. Estamos longe, muito longe mesmo. Às vezes nem eu consigo explicar esse orgulho e esse amor imenso que eu sinto por você, pelas coisas que você faz, pelas palavras de conforto. Infelizmente nós vivemos em um mundo onde as pessoas julgam pra alimentar o ego, a vida inferior, a falta de coragem de ser alguém melhor e acabam se escondendo dos próprios problemas julgando algumas coisas que você faz. Tem gente que acha que artista não é humano, então não pode agir como um, porque isso é errado. É falso. É marketing.

Você salvou muitas vidas, encheu rostos com sorrisos todas as noites nos seus shows. Eu peço perdão pra mim até hoje, por não ter tentado mais um pouco e tentar te ver, e quem sabe eu poderia te abraçar naquela noite, não é mesmo? A sorte poderia estar bem ao meu lado. Mas você me ensinou a não desistir de nada, e eu tenho fé de que numa próxima, estaremos cara a cara, e eu vou expressar o meu amor por você através de um abraço forte. Nesses anos todos em que eu te acompanho, o meu amor e o meu orgulho por você só cresceram. Pode ser que eu já tenha te dado uns puxões de orelha quando você fazia coisas erradas, mas isso nunca mudou o meu amor por você. Mas poxa, você é humana! Você chora, você tem problemas de saúde, você se sente sozinha, você também comete certas loucuras e contradições. Por que te julgam tanto por isso, se todo mundo tem um lado insano dentro de si? É engraçado como as pessoas te julgam tanto, sendo que não teriam coragem o suficiente pra performar na frente de 80 mil pessoas, mas deveriam te agradecer, pois você luta por um mundo melhor para todos, até pra quem  deseja o seu mal, o seu término, o seu fracasso.

Eu queria te agradecer realmente por tudo. Pode parecer um clichê, mas eu não sei se a minha vida seria a mesma se você não existisse. Sua música é uma espécie de remédio, que acalma qualquer dor, qualquer machucado, alivia qualquer saudade. Cada música sua, é uma nostalgia boa pra mim, onde guardei muitas lembranças. O seu dom de colocar uma alma dentro de 4 minutos de música, aquela alma que só um fã de verdade consegue perceber. Assim como eu percebo de longe se você tá bem, ou se está mal. Quando você faz gracinhas, aquela risada sua que é totalmente perfeita pra mim, você me faz um bem enorme. Você sangrou, você adoeceu quieta, tudo isso pra continuar realizando o sonho de cada um de seus fãs, de te verem performando de perto. 27 anos, e muitos e muitos anos ainda virão, você não precisa ser a rainha do pop pra ser a rainha no coração de cada fã que se espelha em você. Obrigado por existir, minha segunda mulher mais incrível desse mundo! Feliz aniversário, minha boneca! E o Brasil não é o mesmo sem a sua presença aqui, volta logo. Você é uma pessoa totalmente incrível, e sem você, eu não seria o que sou hoje. Obrigado, obrigado, obrigado. Apenas OBRIGADO! ♥

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Sobre o “The Next Day”.

Popularmente conhecido como o novo CD do Bowie, lançado neste mês, sendo que o Bowie ficou sem lançar nada por dez anos.

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(Pela foto você já vê que o Bowie tava super afim de fazer uma capa.)

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Dez anos sem lançar nada, e aparecer apenas em alguns bares. Bowie ficou na toca por todo esse tempo. Mas a gente perdoa porque é o Bowie, né?

Bom, baixei a versão Deluxe Japanese, que é uma versão mais sofisticada do álbum (ah, sério mesmo?), não baixei o CD normal. Eu passaria o link aqui, mas aí tem o lance dos direitos reservados, e se eu postar aqui, é capaz do site (e o meu blog) sair do ar. Mas aponta pro Google e rema, embora 80% dos links já estejam fora do ar. Meu senso crítico apitou quando cliquei na segunda música, então vou falar um pouco do que eu achei delas.

A versão Deluxe Japanese tem 18 faixas, todas no mesmo estilo Bowie de ser.

01 – The Next Day: Música nomeada como o título do álbum. A voz do Bowie nesse som me lembrou muito a do Ian Curtis, do Joy Division. A música não tem aquele glam-a-la-Bowie, mas é bem animada, viva. O refrão é aquele onde você bebe um litro de vinho, liga o som alto e grita com muita ênfase.  First they give you everything that you want / Then they take back everything that you have.

02 – Dirty Boys: Eu me apaixonei por essa música assim, logo de cara. Amo músicas com uma voz meio “desfocada”. Considero a música como algo “sensual”, instrumental perfeito, letra mais ainda. Uma mistura de guitarras com músicas 50’s. We all want men, we all want you / Me and the Boys, we all go through / You’ve got to learn to hold your tongue / They said the moon was his burning son.

03 – The Stars (Are Out Tonight): A vontade de dançar quando eu ouço ela é enorme. Acho que é a mais glam do álbum, é aquela música bem Bowie mesmo, sabe? Onde você compra um pote de purpurina, joga no cabelo, liga essa música no volume máximo, faz a escova de microfone, sobe no sofá, faz a vassoura de guitarra… é, isso mesmo. Here they are upon the stairs / Sexless and not aware /  They are the stars, they’re dying for you / But I hope they live forever.

 04 – Love is Lost: É tipo um “Dirty Boys” só que com a letra mais bonitinha. Essa música é regada a muito órgão, guitarras e baterias. A letra é linda, linda, linda. You know so much, it’s making you cry / You refuse to talk but you think like mad / You’ve cut out your soul and the face of thought / Oh, what have you done?

05 – Where Are We Now: Foi o primeiro single do álbum, tendo um videoclipe (bem) bizarro e sendo marcada como a total volta do Bowie no mundo musical. Não tem nada de glam, nem de dançante, mas o som consegue ser totalmente eletrizante. É aquela música onde você reflete, chora, reflete mais um pouco, canta junto, chora de novo, e de novo (…) As long as there’s sun / As long as there’s rain / As long as there’s fire / As long as there’s me / As long as there’s you.

06 – Valentine’s Day: Segunda música mais linda do álbum. Não chega aos pés de Where Are We Now, mas é bonita! Me lembrou Smiths, não sei porquê. O backing da música deu uma emoção a mais, um must. It’s in his scrawny hand / It’s in his icy heart / It’s happening today / Valentine. Valentine.

07 – If You Can See Me: Considerei ela como a mais psicodélica do CD, e achei o início bem parecido com U2. É tão psico que tem flashes dos versos com vozes cantando ao contrário. I have seen these bairns wave their fists at God /  Swear to destroy the beasts stamping the ground / In their excitement for tomorrow.

08 – I’d Rather Be High: Outra música bem Bowie. Amo essas músicas onde ele canta e grita ao mesmo tempo! ♥♥ I’d rather be high. / I’d rather be flying. / I’d rather be dead / Or out of my head.

09 – Boss Of Me: Me lembrou a música de uma banda que eu não lembro agora, mas é uma banda bem antiga. A letra torna a música mais, digamos, eletrizante. Ela não deixa de ser linda, porque vale a pena ler a letra inteira. Tell me when you’re sad / I’m gonna make it cool again /  I know you’re feeling bad / Tell me when you’re cool again.

10 – Dancing Out In Space: Uma mistura de glam com um pouquinho de country, seria isso? Não consegui caracterizar com palavras essa música, mas é por aí. Dá pra dançar enquanto ouve. No one here can see you / Dancing face to face / No one here can beat you / Dancing out in space.

11 – How Does the Grass Grow?: Começa num estilo psicodélico, com uma guitarra. É bem animada, o “ya ya ya ya ya ya” da música é bem engraçado, hahaha. Acho que daqui uns dias, ouvindo mais e mais o CD, eu considere ela com uma das minhas prediletas. A música tá bem Bowie mesmo, aquele estilo bizarrão e sem perder a vibe do glam. But you made a life out of nothing / Now I ride my black horse / I miss you more / Than you’ll ever ever know.

12 – (You Will) Set the World On Fire: Início super AC/DC, a música se resume em bastante guitarra, backing vocals, pandeirinhos e batidas fortes. É aquela música pra cantar em bar de beira de estrada com um bando de rockeiro suado e barbudo ao seu lado. Ou liga no karaoke e acorda os vizinhos com ela, é uma boa pedida. You say too much / You will set the world babe / You will set the world on fire.


13 – You Feel So Lonely You Could Die:
 Sou dessas que já choraram com 4 segundos dessa música. Superou Where Are We Now? Valentine’s Day. Começa linda, acaba mais linda ainda. Amo músicas com aqueles tambores rufando, estilo The Last Fight do Velvet Revolver. A voz do Bowie tá incrível ao supremo nesse som. Pra quem tá na fossa, é suicídio. Suicídio total. É a vida que a gente leva, a gente nasceu pra se identificar com músicas tristes, porque querendo ou não, os cantores transformam alguns de nossos  momentos em poesias tristes. Sabe, eu tenho meio que um ‘amor’ por músicas tristes, porque é como dizem: “O triste me fascina”. E essa, com tamanha certeza, virou a minha predileta. E eu percebo que o Bowie cantou essa música com toda a alma do universo. Some night on the thriller’s street / Will come the silent gun / You’ve got a dangerous heart / You stole their trust, their moon, their sun. (…) I can read you like a book / I can feel you falling / I hear you moaning in your room / Oh, see if I care / Oh please, please make it soon.

14 – Heat: Outra música considerada suicídio total.  He believed that love is theft / Love and war, the theft of love / And I tell myself / I don’t know who I am.

15 – So She (Bonus Track): Voltamos ao normal das músicas felizes, haha! É uma música bem “uai sô”, sonzinhos psicodélicos no fundo, a voz do Bowie e um violão. Dá até pra ouvir enquanto cê dá comida pras galinhas da tia, ou colhe alface.  She saw me smile / Feeling like I’d never been  in love / Feeling like I’d never been / The only one and all alone.

16 – Plan (Bonus Track): Estilo meio filme-de-bad-boys, é um isntrumental de 2 minutos e 2 segundos, baseado a la guitarras pesadas, efeitos sonoros e uma bateria forte.

17 – I’ll Take You There (Bonus Track): Arreda o sofá e bóra bater um cabelinho ouvindo!  Hahahaha, música MUITO boa, instrumental MUITO bom, vale a pena ter essa Bonus Track com você!

God Bless the Girl (Japan Bonus Track): É um Bonus que você também deve ter com você. Me lembra muito as músicas do Bowie lá das antigas. Eat, drink and sleep / Look up at the stars.

Você vê que um cantor é incrível de verdade quando mesmo com mil anos, ele consegue ter a mesma voz, o mesmo clima musical para um álbum, mesmo estando sem gravar por muito tempo. Como de costume, Bowie inseriu o psicodelismo em algumas músicas, misturando guitarras, o glam, letras fortes, poéticas e significantes.  Todas são muito bonitas, com conteúdo, e aquela voz em um tom angelical que só o supremo Bowie tem. 

Não sei se o David vai conseguir chegar no topo das paradas com o álbum, na minha opinião ele caiu um pouco no esquecimento de alguns (os bons prevalecem), por ele ter pausado a vida, aparecer poucas vezes pelas ruas, essas coisas. Eu sempre ouvi, o meu pai é muito fã, a minha mãe vive me dizendo que dançava muito, então eu acabei virando fã dele, já faz um tempinho. Em alguns sites eu vi que o TND é um dos melhores de 2013, e que seja assim!

Tava me curando da maldita gripe, inventei de escrever uma resenha sobre o Bowie e adivinhem quem estou pior, tossindo de 5 em 5 segundos e quase chorando de ardência na garganta e no nariz? Euzinha aqui, toda ranhenta mas preparei um post amadíssimo pra vocês! Me glorifiquem de pé, pois provavelmente eu vou passar o dia de cama amanhã (e comendo remédios). 😀

Filmes bem bolados.

Existe filme e existe filme bom e bolado. Sabe, eu não gosto desses filmes onde tá na cara o que acontece, do início ao fim. Eu amo filmes confusos, aqueles que você acha uma coisa, e é outra. Aquele que te prende do início ao fim, que não te deixa bocejando em menos de 30 minutos. Filme bom mesmo, sabe? Então eu resolvi falar de alguns filmes que eu vi neste mês e são MUITO bons.

 

A Vítima Perfeita:

Sabe, eu BATO PALMAS pra esse filme. Foi baseado numa história real, e o filme é bem tenso mesmo, aquele onde você acaba se envolvendo, entrando na história, sofrendo junto. Relata uma garota depressiva, insatisfeita com a vida, família e o corpo, que acaba agindo de forma psicopata quando a inveja de uma amiga feliz, dançarina e bonita, toma conta dela. Tem partes que eu realmente fiquei muito envolvida na história, eu refleti muito depois de ver esse filme, onde a inveja realmente pode te levar. É um drama e suspense, e é muito, mas muito bom. E sério, dá uma vontade IMENSA de chorar.

A Última Casa Da Rua:

Minha mãe é uma viciada em filmes (dica pra ganhar o coração dela, hahaha!) e todos os dias, aluga mais de 2 pra ver, e algumas vezes eu vejo com ela. Vi um nessa semana ainda, e é muito bom também. Uma dos personagens principais, é a que caiu no Oscar divina Jennifer Lawrence, que é uma adolescente que se muda com a mãe pra uma cidade. Ela acaba fazendo amizade com um cara, que tem uma irmã, digamos, sequelada. Bom, se eu contar mais, eu dou um baita de um spoiler, então eu recomendo muito!

Zodíaco:

Esse filme foi indicado por um anônimo da minha ask hahahaha, pelo Robert estar nele e tal, e ralei muito pra tentar achar esse filme aqui na locadora. Procurei até encontrar, e encontrei! Também foi uma história verídica (amo filmes verídicos), só que ele acaba meio “não gostei”. Ou sim, sei lá. Enfim, é sobre um serial killer que mata um casal, e depois de seis meses ele acaba matando outro. Depois disso, o assassino começa a se comunicar com os jornais, policiais e etc sobre quem ele matará depois. Ele manda mensagens codificadas, símbolos, etc. Eles demoram muito tempo investigando sobre quem pode ser o assassino, o filme te prende muito.

A Onda:

Eu vi esse filme em uma aula de Literatura ou Português, e como é difícil olhar filme com um bando de retardado gritando, eu aluguei pra ver ele com calma. Gostei, muito, muito. Também foi verídico, e o filme é bem ‘agitado’, não é aquele filme parado e chato. Relata um professor (bem loucão por sinal) que ama Ramones (já amei o filme por aí hihi) que resolve transformar os alunos bagunceiros e desinteressados de uma sala, em pessoas disciplinadas, autoritárias. Eles acabam criando uma ‘seita’ chamada ‘A Onda’, e a coisa acaba saindo de si, eles começam a agir uns contra os outros, a serem egoístas, e começa a ficar trágico. O triste é que não tem áudio em inglês, só em alemão.

A Casa Dos Sonhos:

Relata um escritor famoso que acaba morando em uma casa com suas duas filhas e esposa, e depois de um tempo, ele acaba descobrindo que ali aconteceu um assassinato. Acaba que o cara descobre que ele pode ter causado isso, e ter criado/vivido uma ilusão com sua esposa e as filhas. Ele só tem uma pista, que é uma vizinha misteriosa. O filme é bem confuso, eu tive que olhar duas vezes pra entender, se você gosta de filmes confusos… olhe. E ele é um dos mais bolados que eu vi, sério. 😀

Efeito Borboleta:

Foi-se o tempo onde o Ashton Kutcher fazia filmes bons e bolados. Tá certo que ele é bom em filmes de Comédia, mas que esse filme tornou ele um mestre, isso é verdade (pelos menos pra mim). Acho que todo mundo já viu esse filme, eu vi muitas vezes, e olharia de novo. O Evan, que é o Ashton, faz uma regressão pra consertar alguns fatos de infância que aconteceram, e volta com a alma e o corpo de criança. Só que ele tenta refazer pedaços ruins da infância, e acaba apagando esses problemas e causando outros no seu futuro. É complicadinho de entender, mas vale a pena ver.

Resenha: Batons Natura Aquarela – cor 10 e Faces – Vermelho Paixão

Acho que todo mundo tem um certo vício por algum produto e não pode ficar sem comprar: seja por amor, ou por doença mesmo. No meu caso eu ainda não tenho certeza de qual doença eu tenho com essas coisas, MÁ QUE É BOM COMPRAR: É! Especialmente quando é uma coisa que você gosta MUITO.

Sabe, eu não sou aquelas doentes que passam por um lugar e compram tudo o que acham no caminho, exceto com algumas roupas, esmaltes e o principal: batons. Mas eu acho que a vida é só uma pra se privar de comprar o que quer. Quem me conhece sabe que tenho uma paixão sem tamanho por batons. Desde os 15 anos, eu tinha um sonho: comprar UM batom vermelho, porque eu achava lindo ver foto de meninas bonitas usando batom vermelho, mas como eu era cabelinho de Pe Lanza, mais feinha, casaco roxo, tênis de 5 cores e calça cor de vagalume… não rolava mesmo. Tive que esperar um bom tempo até passar dessa fase, onde finalmente ganhei o meu primeiro batom vermelho do meu pai, no Dia da Mulher do ano passado (tem coisa mais linda que um pai assim? <3), e depois só foi.

Depois desse ble ble ble todo (que vocês não me perguntaram), eu ganhei mais dois batons da Natura (do meu DIVINO pai, coizalinda!) nessa semana, vieram dia 14. São lindos, maravilhosos, enfim, tudibom. Um é vermelho (<3) e o outro é um vinho bem bonito, mas puxado pro vermelho, ou marrom.

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Os batons da Natura/Vult me lembram muito os da MAC, mesmo sem nunca ter usado um deles, por motivos de: nunca encontro aqui e é caro demais pro meu mãodevaquismo. A aplicação do vermelho paixão é bem fácil, ele é bem “leve”, não é tipo os batons da Vult, que são bem cremosos, borram e tal. Mas batom vermelho é batom vermelho, todo cuidado é pouco na hora de aplicar. Ele dura em torno de umas 4 horas! Pra durar e fixar mais, é bom colocar uma base nos lábios, depois passar a bala (ou com o pincel, mas o resultado sai diferente). O vinho é mais cremoso, ficou exatamente da cor que eu usava na combinação preto + vermelho, só que com menos lambança. Não usei ele pra valer ainda pra ver quanto tempo dura, mas pela cor e experiência eu acho que umas 4 horas também. Mas é sempre bom levar na bolsa, porque aquele aspecto de resto de batom na boca é horrível.

Enfim, as cores são muito lindas! Eu até tirei uma foto de como eles ficam no dia, só que eu tô sem câmera BOA MESMO, só com a do celular, que é boa mas tem dias que ela resolve acordar com os córnos virados, me perdoem. Mas as cores ficam desse jeito mesmo.

Aquarela FPS cor 10 – Vinho

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Vermelho Paixão

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Ah! Sugestões são sempre bem-vindas, se alguém tem alguma ideia de post, pede lá no Twirar! (@CAIsHot) 😀 😀

Sobre o batom preto.

Provavelmente você já folheou alguma revista de cosméticos ou estava em alguma farmácia, e com certeza viu aquele batom preto ali. Até você ceder e acabar comprando.

Sabe, ao meu ver, as pessoas ainda possuem meio que um ‘preconceito’ com o batom preto. Acho que pela cor mesmo, porque nas antigas ele era usado mais pelo povo gótico, mesmo estando -super- em alta na atualidade, principalmente agora no inverno de 2013, onde o preto vai ser uma das principais tendências (pra falar bem a verdade, o preto nunca saiu de moda, hahaha). Eu compro os meus batons da Vult na farmácia perto da minha casa (perto o carai, porque caminho pra caramba pra chegar lá, mas enfim) e eu sempre via aquele batom preto ali, quietinho, e conforme os outros batons iam saindo, só ficava ele ali. Cheguei em casa, pensei em comprar. Mas pensei meeesmo. Fui lá na semana seguinte e consegui convencer a minha mãe em pagar um batom preto pra mim.

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(Braço pouco arranhado por motivos de: mordida da cachorra aka ogra que eu crio)

Quando cheguei, coloquei ele pra ver como era e tal, e não vou mentir: horrível de passar. Ele é BEM cremoso. A bala dele parece um grafite (na foto tá meio avermelhado porque eu passei por cima de um vermelho), mas ele é beeeem preto. E sinceramente, é uma briga pra passar. Eu uso ele mais pra escurecer os meus batons vermelhos, fica meio que um vinho, lindo de doer. Mas, quando dá a louca em mim, eu resolvo usar ele. Ainda não usei ele na rua (e nem sei se vou, só em um evento MUITO sem-gente-ignorante-que-ache-que-batom-preto-é-brega-mas-usa-sneaker-de-salto), até agora eu só usei pra tirar fotos. E pra quem quiser comprar um, vou deixar umas dicas (algumas que eu já sei, outras por experiência com o meu).

– É sempre essencial preparar a pele antes de qualquer maquiagem. Corretivo e/ou pó compacto pra tirar as imperfeições e uma sombra bem clarinha (ou só rimel).

– O batom preto é o que mais mancha, tem que aplicar com MUITO cuidado. Primeiro, tem que ter um delineador de lábios na cor preta, mas eu dei uma de jusnéia e coloquei o lápis de olho na minha boca mesmo. Jurei que no dia seguinte eu ia acordar parecendo uma framboesa de tanta bola de alergia, mas não, foi de boa! E depois usei de novo! Sabe, eu costumo delinear minha boca com o meu próprio batom porque já tenho manha de usar batom (vivo usando), mas pra quem ainda não conseguiu a manha de passar e tá aprendendo, um lápis é essencial porque ele ajuda a não borrar.

– Pra não manchar muito, passa com um pincel. Diretamente da bala ele vai borrando, e você tem que dar aquela “””mordida””” num papel sempre, é realmente horrível passar batom preto! Mas com calma tudo se ajeita e você pega a manha.

– Batom preto durante o dia é no mínimo estranho. É automático, todo mundo vai olhar pra você. A não ser que você se desculpe com um “vou no cemitério matar bicho”, só use de noite, em eventos tipo festa, algo que peça um batom mais exótico.

“Batom preto só pode ser usado na pele bem branquinha?” NÃO! Em pele mulata/negra ele fica muito lindo, se for bem aplicado, é lógico.

Pele negra: 

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Pele clara:

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Dica: Batom preto não combina com sombra preta, a não ser que seja modelo e você vai fotografar, mas nenhuma modelo lê o blog, haha :P. Se for usar um batom preto, modere o máximo que puder nos olhos. Fica muito carregado, fica horrível, fica vulgar, fica tudo de detestável nesse mundo. Combinação divina: batom preto + rímel + uma sombra cintilante bem clarinha, só pra realçar um pouco o olhar. Blush: o menos chamativo que puder. Um que apenas dê um aspecto saudável, e não o aspecto que beliscaram a sua cara por 45 minutos.

Eu apaguei muita foto minha, mas vou colocar algumas que tirei com o batom preto! 😀

Preto:

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Preto + vermelho:

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