Allie X.

Oular, flowers! Gostaria de dizer que o brogui voutouuu. A falta de posts nos últimos tempos foi por vários motivos válidos, mesmo. Eu estava trabalhando muito, planejando algumas coisas e sem inspiração alguma pra isso aqui. Não deletei porque sabia que voltaria e a hora chegou. Perdi o meu emprego (maldita crise, Creide!), agora estou fazendo vários nadas porque tudo o que planejei envolvia dinheiro (e porque eu sou otária e planejo), e mãni que é gudi eu num have mais. Tô esperando a Luz Divina cair sobre mim porque tá foda, mores.

Como comeback do brogui vou falar da queridinha dos internautas góticos-suave, e a queridinha se chama Alexandra Ashley Hughes, mais conhecida como Allie X.
Cantora e pianista nascida em 1986, Allie iniciou sua carreira em 2006 mas só ganhou mesmo o coração das pessoas em 2014, quando lançou Catch e foi citada por nada mais nada menos que Katy Perry, que publicou a música no Twitter, dizendo ser a sua nova obsessão. Desde então, Allie começou a ser mais descoberta, lançou mais músicas e está ganhando cada vez mais espaço na música atual.
Canadense e maravilhosa, Allie produz melodias synth pop e com um ar new wave, caótico e teatral com letras impactantes, amargas e auto-destrutivas que envolvem medicina e psicologia. Os “vídeos” divulgando suas faixas se resumem em imagens dela girando na maioria das vezes, com uma estética psycho. Segundo a própria, suas músicas eletrônicas com letras obscuras e amargas são uma mensagem para nós lidarmos com o nosso lado obscuro e ruim, porque sempre há algo de bom nisso tudo. No Tumblr ela costuma postar gifs próprios e fotos com bastante efeito não mostrando muito seu rosto, há um tempo atrás ela deixava muita dúvida sobre sua identidade.

Não existe um estilo definido para Allie X, já que ela varia muito nas roupas. Apesar da estética goth ela também gosta de usar bastante cor. Nos palcos e nas ruas ela é muito fã de vestidos pretos e blusinhas com gola Peter Pan mas também usa pele, sobreposições, saia evasê e plissada, cardigans, sweater HQ Inspired, cropped, meia-calça do branco ao colorido de bolinhas e roupas candy color. Allie também usa muito sapato pesado, dando preferência ao preto com plataformas e meia, na maioria das vezes. Alguns looks bem esportistas também fazem parte do estilo dela.

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A sua marca registrada é o cabelo, dividido ao meio, escuro e grande, dando um ar Vandinha. Outras duas coisas que ela não deixa de usar são a maquiagem pesada (ela está sempre de batom vermelho fechado, puxado pro rosa ou cor uva) e o óculos, em forma geométrica na maioria das vezes. Raramente ela está com a boca apagada.

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E pra se inspirar na Alliezinha, tadã!

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Bom gente, eu nunca mais fiz posts assim e tô achando meio bosta, mas até eu acostumar vou ter essa impressão, e por eu estar editando pelo celular. Espero que tenham gostado do post!
Pra quem quiser acompanhar ela, olhem o Instagram dela AQUI 😉

Faixa por faixa – “Born to Die: Paradise Edition”.

Como já devem estar acostumados (ou não) com os meus posts citando sempre a Lana, eu decidi fazer a minha própria crítica do último EP ▬ Born to Die: “Paradise Edition” que ela lançou, ou melhor, o relançamento do seu último CD, o “Born to Die”.

Depois de muita espera e momentos em que todo mundo tava roendo as unhas de tanta ansiedade, ele vazou na internet, e logo após, foi lançado oficialmente. Antes teve vídeo com prévias de apenas segundos das faixas, e isso enlouqueceu geral, inclusive eu. As faixas eram tão perfeitas que eu chegava a  pesquisar todo santo dia no Google pra ver se tinha vazado. Sei que se a Lana chegasse aqui e visse isso, ela ia serrar os meus dedos, mas desculpe, Lana. Eu não tenho culpa se suas músicas são boas o bastante pra não dar pra esperar.

Como eu disse, o PE é um relançamento do BTD, com 9 faixas extras. Eu resolvi falar um pouco do que eu sei e do que eu acho sobre cada faixa. E como vocês sabem que a Lana passou por muita treta na vida, e resolveu colocar todos os sentimentos, todas as fantasias e etc dentro de suas músicas. Ah, ela também é dona de adivinhar os nossos sentimentos e transformar em canções perfeitas, enfim. Esse álbum ficou mais perfeito que o antigo. É incrível, todas as músicas se encaixam em mim, no que eu vivo.

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• Born to Die:  O início da música já dá um sentimento que nem eu sei explicar. Com uma batida meio hip-hop, é também uma das músicas mais tristes do CD. E é uma das mais lindas, onde você cantarola o refrão por dias, e dias, e dias, e… enfim, por mais que essa música tenha tocado (pra caralho) em todos os lugares (e prints da letra também), ela nunca enjoa. Porque sei muito bem o que ela relata, MAS VÂM FALAR DE COISA BÔWA, NÉ!

• Blue Jeans: No meu particular, é a que eu menos gosto do álbum, mas a letra é melhor que a música em si. É tipo um namoro que tá dando errado, e a gente implora pra que a pessoa não deixe a gente em esquecimento. Bom, mulheres sabem muito bem do que eu tô falando.

• Off to the Races: É uma música fofinha, e bem “gangsta”. Lana fala do seu “homem mau”, mas mesmo assim não consegue viver sem ele. Bom, ambos. E também a Lana deve ter aprontado pra caramba pra colocar um “ele não se importa que eu tenha um passado em Las Vegas”, HEINNNN?

• Video Games: A música começa com um tom bem melancólico e ao mesmo tempo, angelical. Depois de “Born to Die”, “Video Games” é a próxima música mais triste e linda do álbum. É possível ouvir e não chorar? Não é possível não, confessa aí que você já chorou sequer uma vez ouvindo ela. Enfim, o refrão tem muita força, e como eu disse, impossível não se emocionar ouvindo.

• Diet Mountain Dew: Lana láááá naqueles tempos de loira piriguete com cara de criança medonha, já tinha feito essa música. Depois, regravou. É uma das mais agitadas do CD, mas ouço pouco por motivos de: não curto muito. Se você quer saber o que é “Diet Mtn Dew”…

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• National Anthem: Também é uma música antiguinha da Lana, que ela regravou. É a mais “me sinto um negão dançando” do álbum, e relata exatamente o que vivemos atualmente. Sem dinheiro nós não existiríamos, porque dinheiro é a base: da elegância, ganância, sobrevivência, de tudo. E o videoclipe é muito legal (e instagramizado pra dedéu), onde o Kennedy é negro (A$AP) e tem um monólogo que torna o clipe mais emocionante. Na boa mesmo? Lana nasceu pra ser atriz também.

• Dark Paradise: Lana uma vez disse em uma entrevista que imagina a vida após a morte de um jeito calmo, sereno, resumindo: um paraíso. E a música em si, relata o desejo da morte (e um final amoroso também). Na boa, Laninha? Cagou legal em não fazer um videoclipe dela. Enfim, eu gosto muito dessa música.

• Radio: Ao meu ver também, relata a vida da Lana depois de ter se tornado famosa, e que agora a vida dela é “doce como canela”, e que ela tá vivendo “a porra de um sonho”, ou seja, o sonho de ficar famosa e brilhar por aí. E Lana já disse que realmente não tá acreditando nesse lance de milhões de visualizações, fãs gritando o seu nome e aquilo tudo que envolve a fama. Fofa, não é mesmo?

• Carmen: PRIMEIRAMENTE, QUERIA DIZER QUE: SOU APAIXONADA POR ELA!!!! Essa música é aquela que você tem vontade de chorar, andar por aí sem rumo enquanto ouve, e fazer sexo enquanto ouve. Essa música, pra mim, tem um poder muito, muito e muito grande. Ela já começa com um choro, e Lana fala de uma adolescente, provavelmente prostituta, e que não sabe pra onde vai, apenas vive por aí. (Sou apaixonada  muito mais por essa música porque a parte em francês deixa ela mais lindíssima ainda. <3)

• Million Dollar Man: (Se você gosta dessa música -ou gostar-, não veja a performance ao vivo, porque você vai começar a sentir o oposto por motivos de: Lana enlouquece total cantando ela e dá uns pinotes bem desafinados). Minha terceira predileta. Vou dizer aqui que a pessoa que eu amei muito (e ainda amo, tâmo aí na atividade) é perfeitamente igual ao homem que a Lana se refere na música. E quando eu ouço essa música é quando eu realmente, realmente MESMO tô na fossa, na br. É sobre um homem realmente fidaputa, fodido mesmo, idiota mesmo, mas que mesmo assim é o homem que você quer viver ao lado, pra sempre, e se ele afundar, você afunda junto. Se ele enlouquecer, você também vai.

• Summertime Sadness: Já andei por 4 quadras ouvindo essa música e ouvir ela enquanto vê o mar é coisa de doido mesmo. É a minha maior predileta do álbum, tem uma briga feia dela com “Carmen”, mas depende do momento, é lógico. O instrumental dela é demais, e pra mim, é o melhor videoclipe da Lana e acho que nenhum superará. É música que você cantarola a todo momento, e que você ouve e reflete em toda sua vida, todos os seus momentos (bons e ruins), todas as lembranças. Lembro muito do meu avô quando ouço ela, porque perder ele foi horrível pra mim e quando tô sentindo falta dele, coloco SS pra tocar. I’ve got that Summertime, Summertime sadness. 

• This is What Makes Us Girls: Fala um pouco da adolescência da Lana, e pra mim, é a mais ‘bored’ do álbum. Sei lá, não curto muito, ouço bem pouco.

• Without You: Ela é bem tristinha no início, mas ganha bateria e fica menos “quero me enforcar com um cadarço de AllStar”.

• Lolita: Chegamos na música-clímax e mais ‘misteriosa’. Alguns zombam da voz da Lana nela, e falam que ela faz uma voz de ‘criança enjoada’. Pois bem, Lana se inspira MUITO no livro/filme de “Lolita”, e resolve despejar a inspiração nas músicas. “Lolita” é uma delas. A letra é linda, meiga, fofa, com a voz da Lana ela fica muito mais linda! E ah: essa música é regravada da própria Lana, na época “Lizzy Grant” e foi inspirada em nada mais/nada menos que Axl Rose, seu graaaaande ídolo. Kiss me in the d.a.r.k, dark tonight! ♥ 

• Lucky Ones: É tipo um “Million Dollar Man” parte 2 (pra mim). Se você quer chorar pra caralho e despejar raiva: ouça ela.

PARADISE EDITION (AGORA É DE VERDADE HAHAHA)

• Ride: Quando se ouve o início te dá uma vontade de desligar o player por causa daquele “aaaaaaaaãaaMmmMMMmmmm ãMMmm”, mas não desliga não, porque vale a pena ouvir até o final. Essa música é tipo um “Marry the Night” da Gaga, onde também relatou a vida dela antes de chegar onde chegou. E o mesmo foi com a Lana. O desejo de liberdade, conhecer pessoas novas, adrenalina, e Lana se inspirou em filme antigo também! E o videoclipe é um xodó, ainda mais que tem um monólogo muito “<333”.

• American: O início é um pouco calminho, e vai ‘aumentando’, tornando a música um pouco mais agitada. Mas não deixa de ser triste. Lana gosta muito dos EUA, como vocês devem ter percebido. E essa música cita Elvis e Springsteen, alguns dos ídolos dela. O vocal nessa música é suave, e do nada, Lana solta um agudo incrível, de arrepiar mesmo. Essa mulher é fogo, viu?

• Cola: É tipo um “minha buceta é o podêeeeeeearrr” de Valeishca, mas num tom indie e mais sofisticado, lógico. Lana disse que esse negócio aí de “pussy taste like Pepsi-Cola” vem do namoradinho, que disse isso mesmo. Fofo, não? Imagina seu namorado chegar e dizer pra você que sua pussy tem gostinho de Pepsi-Cola? Um amor mesmo. Enfim, essa música é um pouco polêmica, onde a Lana também “dorme em uma bandeira da America”, e o instrumental é incrível. Uma das melhores das faixas extras. Fala sério, dá um fogo danado quando se ouve essa música.

• Body Electric: Andei percebendo que é a preferida de muitos, mas não chega a ser a minha. Acho que pela Lana já ter cantado ela em festivais (beeeem antes do PE ser anunciado), e fui ouvindo, ouvindo, ouvindo e… enjoei. Mas tô sempre ouvindo, porque a Lana me obriga a ouvir. O refrão é bem “”emocionante””, e ganha uma bateria bem forte. A letra é bem triste, fala de vários assuntos ao mesmo tempo: Jesus, riqueza, o paraíso (lembram do que eu disse sobre a relação da Lana com a vida após a morte?) e ao mesmo tempo o desejo de morrer (suicídio)… confuso, mas se você ouvir lendo a letra na cabeça, a música fica menos repugnante.

• Blue Velvet: É um cover de Bobby Vinton, e um dos melhores covers que a Lana fez. A música já começa com um instrumental marcante, perfeito. E o vocal torna a música muito, muito emocionante. Pena que é curtinha. =(

• Gods & Monsters: Melhor que Cola. Ihhh, 450x melhor. A música é sobre a inocência perdida, quando você deixa o mundo inocente e começa a lidar com o mundo “mau”, “rebelde”, digamos. Lana cita que “eu e Deus, nós não damos certo, então agora eu canto”, e ela cita Jim Morrison (ex-vocalista do The Doors), que gostava de citar coisas relacionadas a “ressurreição”. “Ninguém tirará minha alma, eu estou vivendo como Jim Morrison”. 

• Yayo: É a mais detestada pelas pessoas, pelo o que eu percebi. Como podem? Socorro, sou DOIDA por essa música. Ela é uma das mais significantes do PE pra mim. Muitos se perguntam o motivo do nome da música, “Yayo” é uma -gíria- pra cocaína. E Lana era bem chapadona, essa música é lááááá das antigonas e Lana regravou, tanto que tenho 4879 versões dela. Essa música é um pouco tédio total porque ela alonga muito o final da voz nos versos, quando eu canto eu chego a bocejar, sério. Mas não deixa de ser a mais importante pra mim. Enfim, se você gosta de Jazz, você deve ouvir ela. É uma graça essa música, gente. Vou mudar a mente de todos vocês e fazer vocês se apaixonarem por ela, hahaha.

• Bel Air: O piano no início, a combinação de instrumentos no resto da música, o som de crianças brincando, da chuva caindo, ahhhhh… muito amor essa música. Pena que só ganhou um videozinho melacueca, com o resto de “Summertime Sadness”. Merecia um videoclipe muito bem digno. Essa música é um pouco sonolenta, até chegar no refrão. Voz incrível, instrumental mais ainda. É uma das mais poderosas do álbum, onde a Lana coloca a voz inteira. Também foi inspirada no Axl Rose e faz bastante citação do Guns, como “mon amour, Sweet Child O’ Mine, you are divine”, “so I run like I’m mad, to heaven´s door” “idol of roses, iconic soul, I know your name”. A letra é LINDA! Enfim, tenho um carinho enorme por ela, e quando quero ficar “zen”, eu ouço. Essa música já me inspirou em muita coisa.

• Burning Desire:  (Alguns dizem que a música está no álbum, outros dizem que não. Assim como li em fã-sites de confiança que estão, eu coloquei -e eu não tenho o CD pra conferir-). Cheguei na minha música predileta. “Burning Desire” tem uma letra e um instrumental incrível e sensual. Uma: pelo som da Lana ofegando no início e no final, e outra: a voz dela transforma a letra mais sensual ainda. Essa música é a minha mais amada-predileta-perfeita-amoreterno- do CD, realmente tem um significado muito grande pra mim, mas não me perguntem o motivo. E essa música também me lembra a grande treta que passei, hahaha. Lembro que eu tava tomando banho na semana passada, e ouvindo ela com os fones nos meus ouvidos. Quando me empolguei e fui fazer aquela descidinha que ela faz no videoclipe promocional, adifinhãm? Meu celular caiu com tudo no chão. Pareceu aqueles vídeos do YouTube que viram tragédia no final. Saí correndo, joguei ele pras roupas e consegui salvar o bixinho. Isso me ensinou a: nunca mais ouvir/dançar “Burning Desire” perto da água. E essa música dá um puta-fogo-socorro. Haha, enfim. Não foi lá aquelas coisas, mas espero que tenham gostado! Próximo track by track vem com a edição especial do “Born this Way”! 😀

Meus 10 álbuns prediletos.

Hoje acordei inspirada pra escrever, e bastante. Aproveitei o dia raro e resolvi bolar um post que fala dos 10 álbuns que eu mais ouço no meu player. Não que sejam os meus prediletos pela vida inteira, mas os que são faz um tempo já. Gosto de mais de 20 álbuns, mas como fica muito longo e blá blá blá, eu vou fazer apenas 10. Procurei misturar o máximo no gênero musical, então espero que gostem. 🙂

 

#1: 2007 – The Pains of Being Pure at Heart EP

 

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Com 6 faixas-amor, é um dos meus álbuns prediletos, mesmo sendo só um EP. Como eu disse em um post, essa banda é bem parecida com os Smiths, e as músicas são bem depressivas, mesmo tendo uma batida dançante. É aquele indie perfeito pra ouvir quando tá chovendo, sério. Hahaha

 

#2: Banda Uó – Motel

 

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Porque todo mundo tem o seu lado Uó. Eu gosto deles e ouço bastante, quando tô no meu momento descornado, principalmente. As letras são sensacionais, mais filosóficas é impossível.

 

#3: DEV – The Night The Sun Came Up

 

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Confesso que o álbum flopou um pouco, e a Dev trabalhou beeeeem pouco nele, mas o álbum é um dos meus favoritos. A Dev é uma ótima cantora, que consegue misturar o rap e o pop em uma única música, tornando-a muito boa, até pra dançar. Vocês devem conhecer ela só pelo videoclipe de “Like a g6”, então eu recomendo que baixem este CD dela. É sério, delicioso de ouvir, reouvir, treouvir… <3.

 

#4: Lady Gaga – The Fame Monster

 

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Eu tenho um amor incontrolável por este álbum, e mesmo com apenas 8 faixas, ele dá uma surra em todos os outros álbuns da Gaga. Acho que nenhum álbum dela vai superar este, sério.

 

#5: Lana Del Rey – Born To Die (Paradise Edition)

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Lançado recentemente, o BTD-PE é um ‘relançamento’ do Born To Die e com faixas extras, as melhores, com certeza. Eu tinha uma relação de ódio com a Lana, nenhuma música me agradava, eu lembro que abri o videoclipe de Born To Die e ouvi por 10 segundos. Tive um péssimo pré-conceito sobre ela, e depois tomei coragem e ouvi o CD inteiro. Me apaixonei. A Lana tem um poder maravilhoso de ‘te obrigar’ a ouvir suas músicas, você se sente na obrigação de ouvir todos os dias, porque as músicas possuem instrumentais maravilhosos, a voz dela complementa essa maravilha. Fora as letras, que sempre se encaixam no que você sente no momento. Ultimamente a minha vida pessoal se encaixou em todas as faixas do Paradise Edition, e você pode ouvir 4x, 10x, você não enjoa, mesmo que isso tudo seja ouvido no mesmo dia. Eu gosto muito do Born To Die, mas eu sou completamente apaixonada pelo Paradise Edition. É coisa de amor pela vida toda. ❤

 

#6: Sky Ferreira – Ghost EP

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O EP conta com 5 faixas adoráveis e é uma mistura de indie romântico e de se ouvir enquanto observa o mar com uma batida eletrônica, que te dá vontade de arredar os móveis da casa, pegar a vassoura e fazer de microfone. Eu ouvi uma música da Sky e bati o meu olho. Consegui baixar o EP anteontem, e tô ouvindo sem parar. E quem disse que “Sad Dream” sai da minha cabeça? Ah! A Sky lindíssima é descendente de brasileiro. Muito amor. ❤

 

#7: Ramones – 1981 – Pleaseant Dreams

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Mesmo tendo tantos outros preferidos do Ramones, eu ouço MUITO este. Tudo depende do meu dia, do que eu sinto no momento. E esse álbum ultimamente fez eu me sentir bem. 🙂

 

#8 – Red Hot Chili Peppers – By The Way

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Red Hot é uma das bandas mais adoráveis do mundo para mim. Possuem aquelas músicas que te fazem refletir sobre tudo, sonhar, ficar de bem com a vida. É o meu predileto por algumas músicas e porque eu realmente gosto dele, embora a banda tenha outros álbuns muito bons. RHCP não vai perder a essência nunca, nunca mesmo. É uma banda tão gostosa de se ouvir que você não enjoa nunca, é outra banda que você pode ouvir 10x no dia, que você não vai considerar o álbum um grude.

 

#9: 2004 – SlipKnot – The Subliminal Verses

 

Download - CD - Slipknot - Vol. 3 - (The Subliminal Verses) - (2004)

Quem disse que eu não tenho o meu lado pentagrama 666? Tenho sim, e SlipKnot é uma das minhas bandas prediletas. Eu gosto do som, gosto dos instrumentais, gosto da voz do Corey, e acho idiotice essa gente que rotula a banda. Pô, a banda é muito boa, existem as músicas-chorume deles e existem as ótimas, a maioria. Eu curto outros álbuns deles, o Iowa é o meu outro predileto, depois vem mais outros, que mudam conforme o meu humor. O TSV tem cada faixa amável, eu não consigo não gostar de alguma. E “Vermilion, pt. 2” é amor demais da conta. Nem parece que é do Slipknot.

 

#10: Marina & the Diamonds – Electra Heart

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Lana Del Rey e Marina & the Diamonds fizeram o pacto do “CD que descreve a sua vida inteira e todos os seus sentimentos”, eu acho. É incrível, a Marina colocou as músicas mais certas e perfeitas do universo nesse CD. E eu acho perfeito quando um artista consegue fazer uma letra triste e um ritmo dançante e glam. A Marina é uma grande cantora, e é uma pena ela ser pouco reconhecida. Ruim e bom, porque assim não fica aquela coisa de “morador da minha cidade ouvindo as músicas dela sem o fone de ouvido no celular”.

 

Lady Gaga – Quando a voz vem da alma.

Uma das coisas que eu mais admiro em um artista, é o jeito com que ele canta diante de um público (grande, pequeno, tanto faz) e a reação que ele consegue causar em quem está ali, diante, ouvindo e vendo. Acredito que essa é a melhor qualidade e a mais importante que um artista deve ter, porque é aí onde você vê se o artista é forçado ou não. Eu escolhi a Gaga como a artista inspiradora para o post porque eu acho isto (mais do que) justo e não me perdoaria se eu não usasse.

Lady Gaga marcou sua carreira com suas músicas Glam e eletrônicas e seus looks extravagantes. Depois do videoclipe de “Just Dance”, Gaga mudou: da garota sem rumo nas ruas de New York, passou a ser considerada, digamos, a revolução do POP.

 

“Just Dance”, que marcou o início de Lady Gaga no mundo da música e da doce “fama”.

Considero a Gaga um David Bowie na versão feminina, e lembrarei que Bowie é o seu grande ídolo, segundo a própria Gaga. “Camaleões” da mídia, mudam rapidamente o estilo. Em um dia, cabelos longos, loiros, óculos escuros e um batom nude. No outro, cabelos cor de lavanda, lacinhos no cabelo, cílios postiços, maiôs coloridos. Em uma noite, uma lagosta na cabeça e um batom cor de sangue. Nunca devemos esperar pouco de Lady Gaga, porque de uma forma ou de outra, ela dá um jeito de impressionar, seja com a roupa, com seus dizeres, suas mensagens de aceitação, seus projetos, e principalmente: a sua voz.

Considero ignorante (realmente essa é a palavra que cabe em pessoas assim) quem tem a audácia de dizer que Lady Gaga usa playback em suas performances e que não tem a capacidade para cantar na frente de um público de 80 mil pessoas. Seria ignorância ou o medo de realmente admitir que Gaga é uma das maiores vozes do universo musical e que não será apenas uma “artista que passou pelo mundo musical” e sim, virou uma lenda, um mito?

Em um show de sua segunda tour, The Monster Ball, Gaga foi curta e grossa, falou pouco mas falou o suficiente. “Eu nunca dublo. Nem uma palavra. E eu nunca irei”.

Gaga ultrapassou barreiras após se apresentar em grandes festivais com seus projetos, e quem entende sabe muito bem que ela não estava cantando por cantar. Ela estava expondo a sua alma para todos os envolvidos no público. Em um dos seus maiores shows, no Madison Square Garden, Gaga fez show e nada mais merecido do que ser aplaudida. De pé.

“Teeth”, ao vivo. (Desculpem não ser o vídeo, os vídeos que eu encontrei eram péssimos.)

Não foi só essa vez que Gaga ARREGAÇOU com sua voz. No início da fama, Gaga já fazia isso. E muito bem. Em quase todas (ou todas?) suas performances acústicas, Gaga sempre arrecadou centenas de aplausos, elogios e pontos posivitos pela crítica rígida.

“Poker Face” @ Capital FM.

Acredito que a melhor performance acústica dela de todos os tempos, é a música que ela fez para seu pai, Speechless. Você consegue perceber claramente que ela expõe sua alma na música, tanto a versão estúdio quanto as versões acústicas. Em algumas delas, também se vê claramente que Gaga faz uma “forcinha” para não chorar, o que torna a música mais significativa para ambos (ela e os fãs), e mais emocionante. Pra quem não sabe, essa música foi gravada quando Gaga estava no palco e recebeu a notícia de sua mãe que seu pai estava fazendo uma cirurgia no coração. Gaga não pensou duas vezes, foi para o estúdio, e em 4 minutos e 30 segundos, jogou a sua alma com toda a força, toda a vontade, todo o seu amor.

“Speechless” @ Estúdio.

@ VEVO Launch

@ Ellen DeGeneres Show

Ela até já cantou com Elton John e cantou para a rainha Elizabeth!

As músicas do seu terceiro álbum, Born This Way, possuem mensagens fortes de aceitação, de coragem e o amor. A música onde a Gaga mais solta seu vozeirão, é na música “Hair”, onde você também pode perceber que ela está mostrando para o público o que ela realmente quer sentir.

E pra quem acha pouco, na sua terceira tour, The Born This Way Ball, Gaga também causa arrepios. Seja com uma música, ou com todas.

“Americano”.

“Hair”.

“The Queen”.

Eu poderia passar a noite aqui postando suas performances, que se tornaram históricas pela sua voz e sua vontade de cantar e expor tudo o que sente através da música. Poderia mesmo. Lady Gaga será lembrada não apenas pela pessoa que sempre foi e que ainda é, e sim, por transmitir o amor: por mensagens de aceitação, amor aos fãs, garra para lutar por um mundo melhor e o principal: o amor transmitido pela voz.