The Family Jewels

Eu acho que essa é a resenha mais difícil que fiz em toda a vida do blog, porque esse CD da Marina tá ó: difícil de se entender. Primeiro, que eu vou escrever o que eu entendi e o que cada música me passa porque realmente as letras, os significados e tal dependem de cada pessoa que ouve. Cada pessoa interpreta de um jeito, então vou interpretar do meu.

Este é o debut da Marina, e antes do Electra Heart ser lançado, o estilo musical dela era bem diferente. Um estilo bem Fiona Apple, sabe?

O álbum inicia com a música Are You Satisfied?, que começa e acaba num tom sarcástico e provocante, sobre a sociedade querer mandar na vida alheia.

Cause it’s my problem
If I want to pack up and run away
It’s my business if I feel
The need to smoke and drink and sway
It’s my problem, it’s my problem
If I feel the need to hide
And it’s my problem if I have no friends and feel I want to die
A segunda faixa, Shampain! Essa é a minha predileta do álbum. Ela tem um tom bem angelical e tem as melhores batidas do álbum, e na verdade o nome da música é um trocadilho de Champagne e Sham + pain, vergonha e dor. Fim de um relacionamento, vontade de morrer, o amor pelo perigo.
Tears and pain
But I feel celestial
A próxima é uma outra música muito boa, I Am Not A Robot. A Marina envolve no TFJ inteiro o romantismo e a insatisfação da vida que leva, então o que mais muda é a batida de cada música. Não só no TFJ, mas no Electra Heart também. A diferença é que no segundo álbum, as coisas estão bem melhores e a Marina adquire várias personalidades ao mesmo tempo. Mas voltando ao significado da música (que também é provocativa), Marina se refere a perfeição em um relacionamento. Não somos perfeitos. Não somos robôs.

It’s okay to say you’ve got a weak spot
You don’t always have to be on top
Better to be hated than love, love, loved for what you’re not.
Girls começa com aquela risadinha da Marina, que eu amo de paixãum (♥♥). Essa música é bem a cara dela, e de quem também detesta aquele bla bla bla fútil das pessoas. É uma crítica perfeita, irônica e muito provocativa ao comportamento de algumas garotas que só pensam na beleza, em coisas realmente fúteis. E o Marinão é aquela garota rebelde da vida que tá pouco se: fodendo.

Look like a girl but I think like a guy
Not ladylike to behave like a slime
Easy to be sleazy when you’ve got a filthy mind
All they say is “na na na na na”!
Mowgli’s Road é uma das mais chatinhas, é bem irritante. A única coisa que eu sei, é que se refere ao Mowgli (menino-lobo) da Disney. Mas acho que cada um vai interpretar do jeito que quer o trecho que eu coloquei aqui embaixo.
You say Y-E-S to everything
Will that guarantee you a win?
Do you think you will be good enough
To love others and to be loved?
Obsessions é a minha segunda música predileta, é a mais gostosa de ouvir. A letra também se parece muito comigo porque nasci com o dom de ser a pessoa mais problemática do mundo quando o assunto é: relacionamento. Enfim, a música fala disto mesmo, é sobre ser uma pessoa problemática e se envolver com pessoas assim. É aquele relacionamento bem conturbado.
Can’t let your cold heart be free
When you act like you’ve got an ocd
We’ve got obsessions
I want to erase every nasty thought
That bugs me every day of every week
We’ve got obsessions
You never told me what it was that made you strong
And what it was that made you weak
O videoclipe é tão fofinho. ♥
Hollywood. A música retrata as garotas que possuem o eterno sonho americano. Popularidade, fama, riqueza, o glamour. E assim como elas, a Marina também se infectou.
“Oh my God, you look just like Shakira
No, no, you’re Catherine Zeta”
Actually, my name’s Marina.
Outra música-suicídio (não por ser triste, é porque a música é chata mesmo), Hermit The Frog. A batida é chata e o modo dela cantar também é. Mas a letra é tri! Tri legal! Hahaha. Ao meu ver, retrata aquela garota esquecida da sala de aula, apaixonada por uma pessoa um pouco parecida com ela. Os dois são as ‘aberrações sociais’, mas Marina tem um lado mais demoníaco, mais maligno.
They say you used to be so kind
I never knew you had such a dirty mind
Well, I went to the doctors believing
The devil had control over me
I was finding it hard to breath and
Finding it hard to fight the feeling
Oh No! é um pouco odiada por muita gente, mas eu gosto dela. É aquela típica garota que não quer saber de ninguém. Só do sucesso, e dela mesma. Não precisa de amigos, não precisa de um namorado. Só precisa de uma carreira, do sucesso. Mas ao mesmo tempo, ela diz que não quer isso. Ela só quer fazer uma mudança, mas se não tiver cuidado, o que ela tem pode tomá-la.

Cause I feel like I’m the worst,
So I always act like I’m the best
If you are not very careful
Your possessions will possess you
TV taught me how to feel
E a última música, Guilty. Pra mim, é a mais pessoal do álbum. Parece que a Marina não tinha uma relação boa com o pai dela, ela até morou um tempo com ele quando mais nova, mas não tinha jeito.
I was just a kid
That you could not forgive
Because it’s harder
I was just a kid
And all I really wanted was my father
Ouçam o disco inteiro aqui embaixo! 🙂

The beauty queen in tears

bw-lorde

Ella Yelich-O’Connor, mais conhecida como Lorde, é uma cantora e compositora indie-pop de apenaish 16 aninhos que tá bombando por aí atualmente, principalmente depois da música Royals, que virou febre e ganhou todos os remixes do universo. Lorde também é dona de uma língua bem afiada, é daquelas “se tiver que falar, eu falo”. Digamos que ela é a Azealia Banks dozindie. Mas gosto muito de artista assim. Claro, artista que tem argumento decente, não um tipo de crítica só pra chamar atenção. Acho que rola meio que um julga-julga com alguns artistas. Se nós criticamos algum, não rola tanto barraco assim. Se um artista critica (decentemente) outro artista, ele é hater, ele odeia, ele quer chamar atenção. Por isso que ela já ganhou uma quantidade grande de hater, por causa disso. Por gente que óbvio, não separa opiniões de trabalho. Enfim… Ela ganhou até um apelido meigo, de cara-de-mosquito-molhado. Mas Lorde é gente como a gente, é feia e marafilhosa ao mesmo tempo! E por isso gosto bastante dela. ♥

O estilo dela é bem “hoje eu acordei com vontade de vestir o que eu tô afim”. Pra mim, ela não tem um estilo firme, ela vive mudando. 

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De camisa, jeans e tênis, ela pula pra um boho chic, barroco ou gótico. Nos palcos ela gosta mais de vestidos de renda, ou calça jeans e moletom. page1 O delineado gatinho é marca registrada dela. Lorde curte uma boca nude, ou com batom vermelho e vinho, puxado pro uva e marrom. page3

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Essa vaca tem um cabelo tão MEU, que dá vontade de xingar ela, e muito. Gente, o cabelo dessa guria é tipo: muito-lindo. Morro de amores por cabelos assim, e a Lorde sem esse cabelo não seria a Lorde que é. Porque sério, esse cabelo reina. E você aí, que tem um cabelo desses e quer porque quer alisar: você ganhou o meu ódio no coração, por toda a vida. ❤

Fiquem com o maior sucesso, Royals.

Tennis Court

(minha predileta ❤ ❤ ❤ <3)

THE LOVE CLUB – EP

E o álbum “Pure Heroine” já está disponível também. Vale a pena ter baixado aí no computador! 🙂

Obrigado pelas fotos, Lorde BR!

Jeitinho Solange de ser.

Solange Knowles é a típica pessoa que não quer morrer fazendo só uma coisa. Ela é atriz, cantora, DJ, modelo, mãe e dona de um estilo só dela, totalmente impecável. Mesmo sendo mais nova que a irmã Beyoncé, o estilo da Solange apita muito mais. Me diz, como não cair de paixão por ela? ♥♥♥<3♥

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Já teve cabelinho grande e todo trançadinho, já foi careca e hoje é dona de um black power. Power, mesmo. De dar inveja em qualquer uma, principalmente em mim. Ah! Como eu amo black power. Eu acho que não teria paciência pra cuidar, por isso não ficaria legal em mim. Se com um cabelo liso e fino pra caralho eu já choro quando escovo, i-ma-gine com um black. Mas cara, mulher que tem black power merece ser aplaudida de pé. AMO cabelo bem volumoso! Amo, amo, amo! Pra deixar o meu volumoso eu no mínimo tenho que ficar 2 dias sem lavar o cabelo, porque nem na puta que pariu eu gasto R$ 100 pra deixar volume no cabelo. Coloco cuspe nele, mas gastar isso NUONCA. Mas enquanto isso não acontece, eu invejo todos os cabelos volumosos do mundo.

Quando o assunto é sobre moda, Solange faz bonito. E bonito de verdade. Ela é uma das pouquíssimas que sabem misturar várias estampas e estilos, e que fica certo. Acho que nunca vi a Solange errar em alguma roupa, porque é tudo tão delicado, impecável, tão…Solange.

so7Super inspirada na África (♥♥♥), ela usa e abusa de roupas étnicas (♥♥♥♥). Também adora conjuntinhos, top cropped, hot pants (até de abrigo, coisa que poucas conseguem ficar bonitas com isso), saia midi e muito amarelo.

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Turbantes, roupas fechadinhas em cima mas mostrando azpernoca. MUITA cor! Ela também adora clutches, com estilos bem chamativos.  Gente, eu não consigo focar no post porque eu fico namorando esse cabelo! HAHAHAHA, ai, sério.

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Ela não curte maquiagem muito pesada, usa mais um nude na boca ou então batom vermelho, coral, vinho ou tons rosados. Os olhos são sempre com delineado gatinho, cílios postiços, rímel e nada mais. É sempre discreta, focando a atenção inteira mais pra roupa. Mas como linda é linda, a gente presta atenção até no cabelo do nariz.

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AINDA BEM que esse cabelo trançado não existe mais, e espero que esse black fique pelo resto da vida dela. Por favor, de nada.

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E ela tem o dom magnífico de valorizar a cor dela com essas roupas, porque sempre caem muito, mas muito bem. Solange pra presidenta, agora. Solange bless! ♥

Meu vídeo predileto, “Losing You”. Retrô, africano e líndio!

O canal do YouTube é solangeknowlesmusic.

 

I am a fever. I am a fever.

E é com esse trecho de U.R.A. Fever que eu começo o post, falando de uma das minhas bandas prediletas: The Kills.

É uma banda de indie, lo-fi, rock de garagem e blues ao mesmo tempo e possui dois integrantes: Alison Mosshart (VV) e Jamie Hince (Hotel). Vocês devem conhecer a Alison pelo The Dead Weather, que é um pouco mais famosa que o Kills.

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Além da banda ser discreta, não dar muitas entrevistas e mesmo assim ser muito foda, são os xodós de grifes famosíssimas, como Chanel e Prada. Principalmente a VV, que também tem um cabelo-desejo. E o melhor disso tudo, é que ela diz que não se inspira em moda alguma. Ela só se inspira em bandas e cantores que ela mais gosta. E sim, ela repete roupa. GENTE COMO A GENTE!

Casacos étnicos e de pele, cardigan, botas de cano curto, sobreposição, animal print e jaquetas de couro são os grandes amores dela. Cabelinho preto – cabelinho loiro com uma cor junto. Ela é foda, a voz dela é foda, tudo nela é foda. Mosshart bless!

alison2 alisonParece uma bruxinha, gente. ♥

The Last Goodbye

Essa música é linda. É perfeita. É incrível. É vida.

Cheap and Cheerful

Black Balloon

URA Fever

MELHOOOORRRRRR MÚSICA. Corações!

Wild Charms 

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Satellite

Baixem os álbuns, sério!

 

Bonjour!

Quer dizer, é 1h da tarde. Mas foda-se, porque eu ainda não almocei e pra mim ainda é de manhã porque o dia tá com cara de bunda.

Andei muito apaixonada ultimamente por coisas da França, principalmente pelas músicas. Eu não sei o motivo, mas músicas francesas sempre me acalmam, sabe? Não sei de onde esse meu amor imenso veio, mas sério, eu amo muito. Na realidade eu acho que eu amo francês porque eu tenho descendência por parte de mãe (sim, ela é a cara da França e ODEIA a França). Meu sonho é morar um tempo lá. Fico até sem tomar banho, mas pra lá eu vou. Brincadeira.

Não saem do meu celular, ouço todos os dias. ♥

Edith Piaf – Non, Je ne regrette rien

Ouço muito as músicas da Edith. ♥

Edith Piaf – Padam Padam

Mireille Mathieu – Sous le ciel de Paris

Ne me quitte pas – Jacques Brel

Edith Piaf – Hymne À L’Amour

Serge Gainsbourg – La noyée

Essa música só foi tocada uma vez, nesse live.

Yves Montand – Les Feuilles Mortes

Jacques Brel – Ces Gens La

Jacques Brel – Le Plat Pays

Sou apaixonada por esses vídeos bem antigos, sabe? É uma vibe muito boa que eu sinto, desde criança quando eu ouvia essas músicas bem antigas com o meu avô no tocador de discos dele. Sinto uma saudade enorme desses momentos, ao ladinho dele. 😦

Thiago Pethit e Tiê – Essa Canção Francesa

Sigur Rós – Kveikur

Sigur Rós é uma banda islandesa de post-rock (com influência no alternativo, progressivo, jazz e afins) que foi formada em 94. Além do post-rock, eles possuem uma característica muito foda nas músicas que é um instrumental bem marcante e clássico, partes revertidas também. Como tô sempre procurando cd novo pra baixar na internet, eu conheci a banda na semana passada e baixei o álbum mais recente, o Kveikur.

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Quando ouço uma música, a primeira coisa que eu noto é o instrumental e o das músicas da banda realmente são muito bons. Mesmo! Me amarro em instrumentais meio bizarros, acho que foi por isso que gostei bastante da banda. Eu achei uma mistura de Jake Bugg com Pink Floyd, é um álbum muito bom de ouvir! O link pra download tá na imagem da capa do cd! 🙂

Oh, (C)andy

E entre os alter-egos bizarros e sem explicação, masculinos e tudo o que mais dá na telha da lindinha da Lady Gaga, quem aqui lembra do primeiro alter-ego dela? Sim, a eterna Candy Warhol!

O alter-ego Candy é lá dos tempos onde a Gaga fazia bico abrindo tour, e depois usou em sua própria, a The Fame Ball. Como tá bem claro e muito óbvio, esse alter foi inspirado completamente em Andy Warhol, uma das principais inspirações da Gaga e figuras do movimento Pop Art e que praticamente revolucionou-o, com faces de artistas famosos e muita cor. Inclusive, Gaga deu mais sucesso ao movimento, principalmente depois de anunciar que seu próximo álbum ARTPOP previsto para Novembro, é sobre.

Candy Warhol faz parte de Crevettes Films (sim, camarões!), que se divide em três interludes, gravadas por Gaga e sua melhor amiga, Lady Starlight. As interludes são: The HeartThe BrainThe Face. MAS QUAL O MOTIVO DESSA LHÔUCA COLOCAR ‘CAMARÕES’? Simples! Ela colocou o nome de ‘Camarões’ pois representam exatamente os três vídeos dela: pequenos, mas saborosos.

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Essa é a primeira interlude, onde claramente podemos ver que Gaga é um robô. A interlude possui muitos nomes, e o oficial se chama Who Shot Candy Warhol? onde um homem estranho (é um amigo da família que ganhou déreau por participar) conversa com Gaga. Ele pergunta quem atirou no coração dela, pois está sujo de sangue. Gaga simplesmente responde: ‘ele comeu’. O cara não acredita nela, e ela responde com um complemento. O Pop comeu seu coração. Ele o tomou em um único gole, e fugiu pela cidade. 5 pontinhos pra quem lembrar que robôs são controlados, e neste caso ela tá sendo controlada pelo Pop. Gaga sonhava muito em ser famosa, e depois de muito ralar, tomar banho de Pingo D’ouro, colar absorvente nos peitos e comer bolacha velha, finalmente conseguiu ser uma artista pop e aos poucos estava sendo dominada por ele. Ele comeu seu coração, e aos poucos foi entrando dentro dela. E que agora ela se sente livre, mas mal sabia a frô que ela iria arrombar muita carreira alheia por aí.

Gaga finaliza a interlude dizendo claramente o que ela mais deseja. Ela precisa de mais coisas para alimentar seu coração Pop. Ela quer o futuro/Gaga, ela quer ser parte do futuro, de uma revolução musical. Ela quer moda, tecnologia, dança, New York, música, cultura Pop! Ela quer a fama, e diz que a revolução está chegando e que todos nós merecemos o futuro, merecemos algo novo. My name is Lady Gaga, and this is my Haaaaaaaaus. Tummmmmm. Ai, que saudadona. ♥

brain

Depois do Pop entrar em seu coração, ele entrou no cérebro de Gaga. No início do vídeo ela aparece escovando continuamente seu cabelo longo, enquanto o tal cara estranho manda ela não parar. *pausa pro momento-amor por essa escova da Hello Kitty*. Logo após falar que o Pop comeu seu coração e engoliu seu cérebro, Gaga coloca talco (ALÔ MERSHAN!) nos fios que caíram, e forma o lacinho-marca-ragistrada. E mais uma vez diz, que o que sobrou foi apenas a fama e a revolução. Sabe, eu lembro da Morgana Devacelli quando vejo essas interludes, e lembro da música Monster. Também penso que essas interludes podem ter uma ligação com a Morgana, mas quanto mais eu penso nessas coisas mais retardada eu fico. Quem é fã dessa trava sabe, que dentro de um mistério cabem mais 5.

Lady Gaga en el set de filmación de los interludes de The Fame Ball

Na terceira e última interlude, vemos que a Gaga possui uma arma amarela que também foi usada em seu videoclipe com a Beyonça,  Videophone (e pior videoclipe de todos os tempos). O homem diz que finalmente, Candy conseguiu. Da menina sozinha e sem fama nas ruas de New York, ela finalmente conseguiu. Gaga aparece com o rosto desfigurado (meia-calça da mãe na cara) e diz que o robô do Pop precisou dela pra ser finalizado completamente: ele teve seu coração, seu cérebro e finalmente, formou sua nova identidade. Gaga, em uma forma de apresentação, diz que seu nome agora é Candy Warhol. O homem diz que não, que quer saber seu nome verdadeiro. Gaga diz que não entendeu o que ele disse pois a partir daquele momento, ela não se chamava mais Stefani. A partir daquele momento, ela era outra. Ela esqueceu o que era no passado. O Pop deu a ela uma nova identidade, uma identidade livre. E como o cara era um pé no saco e não acreditou nela e no Pop nas três interludes, ela simplesmente o matou com vários tiros.

E que a Candy volte, e que venha ARTPOP! Até porque esse álbum já virou lenda. ❤