28 – 27

Eu tava lembrando do primeiro dia que eu ouvi uma música sua e apostei comigo mesma que você seria uma moda de um ano no máximo, e que seria mais uma artista pop no mundo, aquela de sucesso de apenas um videoclipe. Você lançou o seu primeiro vídeo oficial, o segundo, o terceiro… e sem nem perceber, eu já tinha virado uma fã sua. Lembro que eu ficava o dia inteiro esperando LoveGame passar na televisão, trancava o meu quarto, ligava no volume máximo e dançava. Era o mundo lá fora, que não me importava. O que importava era só a sua música e eu, ali. E até hoje eu bato com o dedo do pé na ponta da cama, quando resolvo dançar alguma música sua.

Os anos se passaram, e de 2009, pulamos pra 2013. E foi onde eu me calei totalmente, e me surpreendi com a pessoa que você se tornou. Não foi só uma cantora pop. Revolucionou, fez o bem sem querer nada em troca, e enfrentou dores e horrores pela igualdade e respeito. Lutou por um mundo melhor até para aqueles que desejam o seu mal e fazem questão de ignorar as coisas boas que você fez e ainda faz.

Eu não tenho palavras certas que definam o meu sentimento de fã por você, mas eu só posso dizer que quando eu paro um pouco pra pensar em tudo o que você fez, me passa uma paz enorme no coração, porque eu sei que de um jeito e de outro, nós estamos em sintonia. Já me peguei em vários momentos onde eu queria simplesmente desistir de mim, dos meus sonhos, da minha vida. Eis que por um momento, eu fechava os meus olhos e refletia na vida que você me ajudou a ter, na vida que você teve (e hoje está aí pra mostrar que todo mundo pode), no jeito que eu deveria encarar as coisas ruins que tentam me deixar pra baixo. Você surge toda vez em que isso acontece, e acredite, eu fico em paz comigo novamente. Estamos longe, muito longe mesmo. Às vezes nem eu consigo explicar esse orgulho e esse amor imenso que eu sinto por você, pelas coisas que você faz, pelas palavras de conforto. Infelizmente nós vivemos em um mundo onde as pessoas julgam pra alimentar o ego, a vida inferior, a falta de coragem de ser alguém melhor e acabam se escondendo dos próprios problemas julgando algumas coisas que você faz. Tem gente que acha que artista não é humano, então não pode agir como um, porque isso é errado. É falso. É marketing.

Você salvou muitas vidas, encheu rostos com sorrisos todas as noites nos seus shows. Eu peço perdão pra mim até hoje, por não ter tentado mais um pouco e tentar te ver, e quem sabe eu poderia te abraçar naquela noite, não é mesmo? A sorte poderia estar bem ao meu lado. Mas você me ensinou a não desistir de nada, e eu tenho fé de que numa próxima, estaremos cara a cara, e eu vou expressar o meu amor por você através de um abraço forte. Nesses anos todos em que eu te acompanho, o meu amor e o meu orgulho por você só cresceram. Pode ser que eu já tenha te dado uns puxões de orelha quando você fazia coisas erradas, mas isso nunca mudou o meu amor por você. Mas poxa, você é humana! Você chora, você tem problemas de saúde, você se sente sozinha, você também comete certas loucuras e contradições. Por que te julgam tanto por isso, se todo mundo tem um lado insano dentro de si? É engraçado como as pessoas te julgam tanto, sendo que não teriam coragem o suficiente pra performar na frente de 80 mil pessoas, mas deveriam te agradecer, pois você luta por um mundo melhor para todos, até pra quem  deseja o seu mal, o seu término, o seu fracasso.

Eu queria te agradecer realmente por tudo. Pode parecer um clichê, mas eu não sei se a minha vida seria a mesma se você não existisse. Sua música é uma espécie de remédio, que acalma qualquer dor, qualquer machucado, alivia qualquer saudade. Cada música sua, é uma nostalgia boa pra mim, onde guardei muitas lembranças. O seu dom de colocar uma alma dentro de 4 minutos de música, aquela alma que só um fã de verdade consegue perceber. Assim como eu percebo de longe se você tá bem, ou se está mal. Quando você faz gracinhas, aquela risada sua que é totalmente perfeita pra mim, você me faz um bem enorme. Você sangrou, você adoeceu quieta, tudo isso pra continuar realizando o sonho de cada um de seus fãs, de te verem performando de perto. 27 anos, e muitos e muitos anos ainda virão, você não precisa ser a rainha do pop pra ser a rainha no coração de cada fã que se espelha em você. Obrigado por existir, minha segunda mulher mais incrível desse mundo! Feliz aniversário, minha boneca! E o Brasil não é o mesmo sem a sua presença aqui, volta logo. Você é uma pessoa totalmente incrível, e sem você, eu não seria o que sou hoje. Obrigado, obrigado, obrigado. Apenas OBRIGADO! ♥

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Sobre o “The Next Day”.

Popularmente conhecido como o novo CD do Bowie, lançado neste mês, sendo que o Bowie ficou sem lançar nada por dez anos.

David Bowie's The Next Day

(Pela foto você já vê que o Bowie tava super afim de fazer uma capa.)

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Dez anos sem lançar nada, e aparecer apenas em alguns bares. Bowie ficou na toca por todo esse tempo. Mas a gente perdoa porque é o Bowie, né?

Bom, baixei a versão Deluxe Japanese, que é uma versão mais sofisticada do álbum (ah, sério mesmo?), não baixei o CD normal. Eu passaria o link aqui, mas aí tem o lance dos direitos reservados, e se eu postar aqui, é capaz do site (e o meu blog) sair do ar. Mas aponta pro Google e rema, embora 80% dos links já estejam fora do ar. Meu senso crítico apitou quando cliquei na segunda música, então vou falar um pouco do que eu achei delas.

A versão Deluxe Japanese tem 18 faixas, todas no mesmo estilo Bowie de ser.

01 – The Next Day: Música nomeada como o título do álbum. A voz do Bowie nesse som me lembrou muito a do Ian Curtis, do Joy Division. A música não tem aquele glam-a-la-Bowie, mas é bem animada, viva. O refrão é aquele onde você bebe um litro de vinho, liga o som alto e grita com muita ênfase.  First they give you everything that you want / Then they take back everything that you have.

02 – Dirty Boys: Eu me apaixonei por essa música assim, logo de cara. Amo músicas com uma voz meio “desfocada”. Considero a música como algo “sensual”, instrumental perfeito, letra mais ainda. Uma mistura de guitarras com músicas 50’s. We all want men, we all want you / Me and the Boys, we all go through / You’ve got to learn to hold your tongue / They said the moon was his burning son.

03 – The Stars (Are Out Tonight): A vontade de dançar quando eu ouço ela é enorme. Acho que é a mais glam do álbum, é aquela música bem Bowie mesmo, sabe? Onde você compra um pote de purpurina, joga no cabelo, liga essa música no volume máximo, faz a escova de microfone, sobe no sofá, faz a vassoura de guitarra… é, isso mesmo. Here they are upon the stairs / Sexless and not aware /  They are the stars, they’re dying for you / But I hope they live forever.

 04 – Love is Lost: É tipo um “Dirty Boys” só que com a letra mais bonitinha. Essa música é regada a muito órgão, guitarras e baterias. A letra é linda, linda, linda. You know so much, it’s making you cry / You refuse to talk but you think like mad / You’ve cut out your soul and the face of thought / Oh, what have you done?

05 – Where Are We Now: Foi o primeiro single do álbum, tendo um videoclipe (bem) bizarro e sendo marcada como a total volta do Bowie no mundo musical. Não tem nada de glam, nem de dançante, mas o som consegue ser totalmente eletrizante. É aquela música onde você reflete, chora, reflete mais um pouco, canta junto, chora de novo, e de novo (…) As long as there’s sun / As long as there’s rain / As long as there’s fire / As long as there’s me / As long as there’s you.

06 – Valentine’s Day: Segunda música mais linda do álbum. Não chega aos pés de Where Are We Now, mas é bonita! Me lembrou Smiths, não sei porquê. O backing da música deu uma emoção a mais, um must. It’s in his scrawny hand / It’s in his icy heart / It’s happening today / Valentine. Valentine.

07 – If You Can See Me: Considerei ela como a mais psicodélica do CD, e achei o início bem parecido com U2. É tão psico que tem flashes dos versos com vozes cantando ao contrário. I have seen these bairns wave their fists at God /  Swear to destroy the beasts stamping the ground / In their excitement for tomorrow.

08 – I’d Rather Be High: Outra música bem Bowie. Amo essas músicas onde ele canta e grita ao mesmo tempo! ♥♥ I’d rather be high. / I’d rather be flying. / I’d rather be dead / Or out of my head.

09 – Boss Of Me: Me lembrou a música de uma banda que eu não lembro agora, mas é uma banda bem antiga. A letra torna a música mais, digamos, eletrizante. Ela não deixa de ser linda, porque vale a pena ler a letra inteira. Tell me when you’re sad / I’m gonna make it cool again /  I know you’re feeling bad / Tell me when you’re cool again.

10 – Dancing Out In Space: Uma mistura de glam com um pouquinho de country, seria isso? Não consegui caracterizar com palavras essa música, mas é por aí. Dá pra dançar enquanto ouve. No one here can see you / Dancing face to face / No one here can beat you / Dancing out in space.

11 – How Does the Grass Grow?: Começa num estilo psicodélico, com uma guitarra. É bem animada, o “ya ya ya ya ya ya” da música é bem engraçado, hahaha. Acho que daqui uns dias, ouvindo mais e mais o CD, eu considere ela com uma das minhas prediletas. A música tá bem Bowie mesmo, aquele estilo bizarrão e sem perder a vibe do glam. But you made a life out of nothing / Now I ride my black horse / I miss you more / Than you’ll ever ever know.

12 – (You Will) Set the World On Fire: Início super AC/DC, a música se resume em bastante guitarra, backing vocals, pandeirinhos e batidas fortes. É aquela música pra cantar em bar de beira de estrada com um bando de rockeiro suado e barbudo ao seu lado. Ou liga no karaoke e acorda os vizinhos com ela, é uma boa pedida. You say too much / You will set the world babe / You will set the world on fire.


13 – You Feel So Lonely You Could Die:
 Sou dessas que já choraram com 4 segundos dessa música. Superou Where Are We Now? Valentine’s Day. Começa linda, acaba mais linda ainda. Amo músicas com aqueles tambores rufando, estilo The Last Fight do Velvet Revolver. A voz do Bowie tá incrível ao supremo nesse som. Pra quem tá na fossa, é suicídio. Suicídio total. É a vida que a gente leva, a gente nasceu pra se identificar com músicas tristes, porque querendo ou não, os cantores transformam alguns de nossos  momentos em poesias tristes. Sabe, eu tenho meio que um ‘amor’ por músicas tristes, porque é como dizem: “O triste me fascina”. E essa, com tamanha certeza, virou a minha predileta. E eu percebo que o Bowie cantou essa música com toda a alma do universo. Some night on the thriller’s street / Will come the silent gun / You’ve got a dangerous heart / You stole their trust, their moon, their sun. (…) I can read you like a book / I can feel you falling / I hear you moaning in your room / Oh, see if I care / Oh please, please make it soon.

14 – Heat: Outra música considerada suicídio total.  He believed that love is theft / Love and war, the theft of love / And I tell myself / I don’t know who I am.

15 – So She (Bonus Track): Voltamos ao normal das músicas felizes, haha! É uma música bem “uai sô”, sonzinhos psicodélicos no fundo, a voz do Bowie e um violão. Dá até pra ouvir enquanto cê dá comida pras galinhas da tia, ou colhe alface.  She saw me smile / Feeling like I’d never been  in love / Feeling like I’d never been / The only one and all alone.

16 – Plan (Bonus Track): Estilo meio filme-de-bad-boys, é um isntrumental de 2 minutos e 2 segundos, baseado a la guitarras pesadas, efeitos sonoros e uma bateria forte.

17 – I’ll Take You There (Bonus Track): Arreda o sofá e bóra bater um cabelinho ouvindo!  Hahahaha, música MUITO boa, instrumental MUITO bom, vale a pena ter essa Bonus Track com você!

God Bless the Girl (Japan Bonus Track): É um Bonus que você também deve ter com você. Me lembra muito as músicas do Bowie lá das antigas. Eat, drink and sleep / Look up at the stars.

Você vê que um cantor é incrível de verdade quando mesmo com mil anos, ele consegue ter a mesma voz, o mesmo clima musical para um álbum, mesmo estando sem gravar por muito tempo. Como de costume, Bowie inseriu o psicodelismo em algumas músicas, misturando guitarras, o glam, letras fortes, poéticas e significantes.  Todas são muito bonitas, com conteúdo, e aquela voz em um tom angelical que só o supremo Bowie tem. 

Não sei se o David vai conseguir chegar no topo das paradas com o álbum, na minha opinião ele caiu um pouco no esquecimento de alguns (os bons prevalecem), por ele ter pausado a vida, aparecer poucas vezes pelas ruas, essas coisas. Eu sempre ouvi, o meu pai é muito fã, a minha mãe vive me dizendo que dançava muito, então eu acabei virando fã dele, já faz um tempinho. Em alguns sites eu vi que o TND é um dos melhores de 2013, e que seja assim!

Tava me curando da maldita gripe, inventei de escrever uma resenha sobre o Bowie e adivinhem quem estou pior, tossindo de 5 em 5 segundos e quase chorando de ardência na garganta e no nariz? Euzinha aqui, toda ranhenta mas preparei um post amadíssimo pra vocês! Me glorifiquem de pé, pois provavelmente eu vou passar o dia de cama amanhã (e comendo remédios). 😀

Filmes bem bolados.

Existe filme e existe filme bom e bolado. Sabe, eu não gosto desses filmes onde tá na cara o que acontece, do início ao fim. Eu amo filmes confusos, aqueles que você acha uma coisa, e é outra. Aquele que te prende do início ao fim, que não te deixa bocejando em menos de 30 minutos. Filme bom mesmo, sabe? Então eu resolvi falar de alguns filmes que eu vi neste mês e são MUITO bons.

 

A Vítima Perfeita:

Sabe, eu BATO PALMAS pra esse filme. Foi baseado numa história real, e o filme é bem tenso mesmo, aquele onde você acaba se envolvendo, entrando na história, sofrendo junto. Relata uma garota depressiva, insatisfeita com a vida, família e o corpo, que acaba agindo de forma psicopata quando a inveja de uma amiga feliz, dançarina e bonita, toma conta dela. Tem partes que eu realmente fiquei muito envolvida na história, eu refleti muito depois de ver esse filme, onde a inveja realmente pode te levar. É um drama e suspense, e é muito, mas muito bom. E sério, dá uma vontade IMENSA de chorar.

A Última Casa Da Rua:

Minha mãe é uma viciada em filmes (dica pra ganhar o coração dela, hahaha!) e todos os dias, aluga mais de 2 pra ver, e algumas vezes eu vejo com ela. Vi um nessa semana ainda, e é muito bom também. Uma dos personagens principais, é a que caiu no Oscar divina Jennifer Lawrence, que é uma adolescente que se muda com a mãe pra uma cidade. Ela acaba fazendo amizade com um cara, que tem uma irmã, digamos, sequelada. Bom, se eu contar mais, eu dou um baita de um spoiler, então eu recomendo muito!

Zodíaco:

Esse filme foi indicado por um anônimo da minha ask hahahaha, pelo Robert estar nele e tal, e ralei muito pra tentar achar esse filme aqui na locadora. Procurei até encontrar, e encontrei! Também foi uma história verídica (amo filmes verídicos), só que ele acaba meio “não gostei”. Ou sim, sei lá. Enfim, é sobre um serial killer que mata um casal, e depois de seis meses ele acaba matando outro. Depois disso, o assassino começa a se comunicar com os jornais, policiais e etc sobre quem ele matará depois. Ele manda mensagens codificadas, símbolos, etc. Eles demoram muito tempo investigando sobre quem pode ser o assassino, o filme te prende muito.

A Onda:

Eu vi esse filme em uma aula de Literatura ou Português, e como é difícil olhar filme com um bando de retardado gritando, eu aluguei pra ver ele com calma. Gostei, muito, muito. Também foi verídico, e o filme é bem ‘agitado’, não é aquele filme parado e chato. Relata um professor (bem loucão por sinal) que ama Ramones (já amei o filme por aí hihi) que resolve transformar os alunos bagunceiros e desinteressados de uma sala, em pessoas disciplinadas, autoritárias. Eles acabam criando uma ‘seita’ chamada ‘A Onda’, e a coisa acaba saindo de si, eles começam a agir uns contra os outros, a serem egoístas, e começa a ficar trágico. O triste é que não tem áudio em inglês, só em alemão.

A Casa Dos Sonhos:

Relata um escritor famoso que acaba morando em uma casa com suas duas filhas e esposa, e depois de um tempo, ele acaba descobrindo que ali aconteceu um assassinato. Acaba que o cara descobre que ele pode ter causado isso, e ter criado/vivido uma ilusão com sua esposa e as filhas. Ele só tem uma pista, que é uma vizinha misteriosa. O filme é bem confuso, eu tive que olhar duas vezes pra entender, se você gosta de filmes confusos… olhe. E ele é um dos mais bolados que eu vi, sério. 😀

Efeito Borboleta:

Foi-se o tempo onde o Ashton Kutcher fazia filmes bons e bolados. Tá certo que ele é bom em filmes de Comédia, mas que esse filme tornou ele um mestre, isso é verdade (pelos menos pra mim). Acho que todo mundo já viu esse filme, eu vi muitas vezes, e olharia de novo. O Evan, que é o Ashton, faz uma regressão pra consertar alguns fatos de infância que aconteceram, e volta com a alma e o corpo de criança. Só que ele tenta refazer pedaços ruins da infância, e acaba apagando esses problemas e causando outros no seu futuro. É complicadinho de entender, mas vale a pena ver.

Resenha: Batons Natura Aquarela – cor 10 e Faces – Vermelho Paixão

Acho que todo mundo tem um certo vício por algum produto e não pode ficar sem comprar: seja por amor, ou por doença mesmo. No meu caso eu ainda não tenho certeza de qual doença eu tenho com essas coisas, MÁ QUE É BOM COMPRAR: É! Especialmente quando é uma coisa que você gosta MUITO.

Sabe, eu não sou aquelas doentes que passam por um lugar e compram tudo o que acham no caminho, exceto com algumas roupas, esmaltes e o principal: batons. Mas eu acho que a vida é só uma pra se privar de comprar o que quer. Quem me conhece sabe que tenho uma paixão sem tamanho por batons. Desde os 15 anos, eu tinha um sonho: comprar UM batom vermelho, porque eu achava lindo ver foto de meninas bonitas usando batom vermelho, mas como eu era cabelinho de Pe Lanza, mais feinha, casaco roxo, tênis de 5 cores e calça cor de vagalume… não rolava mesmo. Tive que esperar um bom tempo até passar dessa fase, onde finalmente ganhei o meu primeiro batom vermelho do meu pai, no Dia da Mulher do ano passado (tem coisa mais linda que um pai assim? <3), e depois só foi.

Depois desse ble ble ble todo (que vocês não me perguntaram), eu ganhei mais dois batons da Natura (do meu DIVINO pai, coizalinda!) nessa semana, vieram dia 14. São lindos, maravilhosos, enfim, tudibom. Um é vermelho (<3) e o outro é um vinho bem bonito, mas puxado pro vermelho, ou marrom.

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Os batons da Natura/Vult me lembram muito os da MAC, mesmo sem nunca ter usado um deles, por motivos de: nunca encontro aqui e é caro demais pro meu mãodevaquismo. A aplicação do vermelho paixão é bem fácil, ele é bem “leve”, não é tipo os batons da Vult, que são bem cremosos, borram e tal. Mas batom vermelho é batom vermelho, todo cuidado é pouco na hora de aplicar. Ele dura em torno de umas 4 horas! Pra durar e fixar mais, é bom colocar uma base nos lábios, depois passar a bala (ou com o pincel, mas o resultado sai diferente). O vinho é mais cremoso, ficou exatamente da cor que eu usava na combinação preto + vermelho, só que com menos lambança. Não usei ele pra valer ainda pra ver quanto tempo dura, mas pela cor e experiência eu acho que umas 4 horas também. Mas é sempre bom levar na bolsa, porque aquele aspecto de resto de batom na boca é horrível.

Enfim, as cores são muito lindas! Eu até tirei uma foto de como eles ficam no dia, só que eu tô sem câmera BOA MESMO, só com a do celular, que é boa mas tem dias que ela resolve acordar com os córnos virados, me perdoem. Mas as cores ficam desse jeito mesmo.

Aquarela FPS cor 10 – Vinho

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Vermelho Paixão

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Ah! Sugestões são sempre bem-vindas, se alguém tem alguma ideia de post, pede lá no Twirar! (@CAIsHot) 😀 😀

Sobre o batom preto.

Provavelmente você já folheou alguma revista de cosméticos ou estava em alguma farmácia, e com certeza viu aquele batom preto ali. Até você ceder e acabar comprando.

Sabe, ao meu ver, as pessoas ainda possuem meio que um ‘preconceito’ com o batom preto. Acho que pela cor mesmo, porque nas antigas ele era usado mais pelo povo gótico, mesmo estando -super- em alta na atualidade, principalmente agora no inverno de 2013, onde o preto vai ser uma das principais tendências (pra falar bem a verdade, o preto nunca saiu de moda, hahaha). Eu compro os meus batons da Vult na farmácia perto da minha casa (perto o carai, porque caminho pra caramba pra chegar lá, mas enfim) e eu sempre via aquele batom preto ali, quietinho, e conforme os outros batons iam saindo, só ficava ele ali. Cheguei em casa, pensei em comprar. Mas pensei meeesmo. Fui lá na semana seguinte e consegui convencer a minha mãe em pagar um batom preto pra mim.

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(Braço pouco arranhado por motivos de: mordida da cachorra aka ogra que eu crio)

Quando cheguei, coloquei ele pra ver como era e tal, e não vou mentir: horrível de passar. Ele é BEM cremoso. A bala dele parece um grafite (na foto tá meio avermelhado porque eu passei por cima de um vermelho), mas ele é beeeem preto. E sinceramente, é uma briga pra passar. Eu uso ele mais pra escurecer os meus batons vermelhos, fica meio que um vinho, lindo de doer. Mas, quando dá a louca em mim, eu resolvo usar ele. Ainda não usei ele na rua (e nem sei se vou, só em um evento MUITO sem-gente-ignorante-que-ache-que-batom-preto-é-brega-mas-usa-sneaker-de-salto), até agora eu só usei pra tirar fotos. E pra quem quiser comprar um, vou deixar umas dicas (algumas que eu já sei, outras por experiência com o meu).

– É sempre essencial preparar a pele antes de qualquer maquiagem. Corretivo e/ou pó compacto pra tirar as imperfeições e uma sombra bem clarinha (ou só rimel).

– O batom preto é o que mais mancha, tem que aplicar com MUITO cuidado. Primeiro, tem que ter um delineador de lábios na cor preta, mas eu dei uma de jusnéia e coloquei o lápis de olho na minha boca mesmo. Jurei que no dia seguinte eu ia acordar parecendo uma framboesa de tanta bola de alergia, mas não, foi de boa! E depois usei de novo! Sabe, eu costumo delinear minha boca com o meu próprio batom porque já tenho manha de usar batom (vivo usando), mas pra quem ainda não conseguiu a manha de passar e tá aprendendo, um lápis é essencial porque ele ajuda a não borrar.

– Pra não manchar muito, passa com um pincel. Diretamente da bala ele vai borrando, e você tem que dar aquela “””mordida””” num papel sempre, é realmente horrível passar batom preto! Mas com calma tudo se ajeita e você pega a manha.

– Batom preto durante o dia é no mínimo estranho. É automático, todo mundo vai olhar pra você. A não ser que você se desculpe com um “vou no cemitério matar bicho”, só use de noite, em eventos tipo festa, algo que peça um batom mais exótico.

“Batom preto só pode ser usado na pele bem branquinha?” NÃO! Em pele mulata/negra ele fica muito lindo, se for bem aplicado, é lógico.

Pele negra: 

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Pele clara:

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Dica: Batom preto não combina com sombra preta, a não ser que seja modelo e você vai fotografar, mas nenhuma modelo lê o blog, haha :P. Se for usar um batom preto, modere o máximo que puder nos olhos. Fica muito carregado, fica horrível, fica vulgar, fica tudo de detestável nesse mundo. Combinação divina: batom preto + rímel + uma sombra cintilante bem clarinha, só pra realçar um pouco o olhar. Blush: o menos chamativo que puder. Um que apenas dê um aspecto saudável, e não o aspecto que beliscaram a sua cara por 45 minutos.

Eu apaguei muita foto minha, mas vou colocar algumas que tirei com o batom preto! 😀

Preto:

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Preto + vermelho:

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